quinta-feira, 31 de maio de 2012

CASA DE MOURAZ PRIVATE SELECTION 2009

Quando é tempo de lançar os brancos, pois vem aí o calor, sai também para o mercado este vinho que, para quem conhece, já mostrou ser um excelente vinho a cada ano que passa. Provei e comprovei o que venho a achar deste produtor. Sabe trabalhar. Todos os vinhos Casa de Mouraz são de uma qualidade muito boa, e todos eles com um preço espectacular.

Aspecto límpido e com uma cor violeta e rebordo arroxeado.
Nariz muito floral, com violetas, frutos vermelhos maduros, notas de cacau e especiarias.
Na boca é complexo, seco, frutado intenso, encorpado mas com acidez média, conjugada de taninos nobres, o que se prevê um longo envelhecimento.Bastante agradável e de boa intensidade, com um final saboroso, longo e persistente.
Consumir já é perfeito, mas quem guardar vai com certeza apurar a sua excelente qualidade. Gostei bastante.




Região: Dão
Castas: Touriga Nacional e Jaen
Tipo: Tinto
Álcool: 14%
Produtor: António Lopes Ribeiro Wines, Lda
Nota Pessoal: 17
Preço: cerca de 14€

quarta-feira, 30 de maio de 2012

MORGADO DA CANITA BRANCO 2011

O novíssimo branco de entrada da Herdade dos Machados já está no mercado. Um vinho um pouco diferente do habitual, mas que me deu imenso prazer.

Amarelo pálido e límpido.

No nariz sobressai notas de lima, um toque de banana e espargos.

Boca seca, baixa acidez, corpo médio, fruta madura, intensidade média, final ligeiramente amargo, vegetal, final médio.

Um bom vinho para acompanhar um bom peixe grelhado.













Região: Alentejo
Castas: Antão Vaz, Arinto, Perrum e Roupeiro
Tipo: Branco
Álcool: 13%
Produtor: Casa Agrícola Santos Jorge
Enólogo: João Melícias Duarte

Nota Pessoal: 14,5
Preço: 3,99€ no Continente

terça-feira, 29 de maio de 2012

VISITA À TERRAS D´ALTER VINHOS

Foi no dia 26 de Maio, que rumei a Fronteira, Alentejo, para uma prova de vinhos Terra D´Alter, orientada pelo enólogo da casa Peter Bright, um dos enólogos estrangeiros mais conceituados que temos no nosso País. Conhecedor de castas como ninguém, dá prazer estar à conversa com ele, pois o homem sabe. Logo que chegámos, não perdemos tempo e fomos visitar as vinhas de onde nascem as uvas para produzir o Telhas Tinto. Em redor, Viognier e ao longe uma nova plantação de Alvarinho. Gosto de andar no terreno. Uma visita de médico ao Dr. José Roquete, um dos proprietários, que fez questão que fossemos ter com ele à sua propriedade. De seguida, adega.


Nova plantação de Alvarinho




Adega

Passámos então à prova. 17 vinhos para serem provados, avaliados, ver as diferenças que existe de ano para ano, tudo bem explicado por Peter Bright. Terra D´Alter Reserva Branco 2008, 2009 e 2010, Terra D´Alter Reserva Tinto 2007, 2008 e 2009, Terra D´Alter Alicante Bouchet 2007, 2008, 2009 e 2010, Telhas Tinto 2008, 2009 e 2010, e Outeiro 2007, 2008, 2009 e 2010. Que prova. Bons vinhos, a estarem todos com un nível de qualidade muito bom. Todos concordaram, os vinhos de 2008 para se beber já estão no ponto, mas, 2009 vai ser melhor, com mais potencial.

Reserva Branco 2008, Cor leve, muito aromático, já com aromas de início de evolução, boa acidez, toque de madeira. Fruta madura, seco, boa intensidade de final longo. Gostei bastante. 16
Reserva Branco 2009, mais jovem, com mais força, boa frescura com notas de limão presentes, acidez alta,  floral e leves notas de especiarias . 16
Reserva Branco 2010, jovem, fresco, com notas de meloa e lichies a acabar por se encontrar notas citricas, acidez alta. Todos com potencial de envelhecimento muito bom. 15

Reserva Tinto 2007, com uma cor vermelho vivo, no nariz o primeiro destaque é para pimentos, e frutos silvestres. Na boca é muito agradável e suave. 15,5
Reserva Tinto 2008, está mais exuberante, muito aromático, floral, amoras e ameixa preta. Na boca, seco, fruta a sentir-se muito bem e fresca, boa acidez, excelente casamento. Boa intensidade e de final longo. 16,5
Reserva Tinto 2009, ainda a notar-se a sua juventude, muito rebelde, com acidez alta mas com uma estrutura fantástica. vai ser um vinho de topo para o seu preço. 16

Alicante Bouchet 2007, cor rubi, com nariz puxante, intenso, frutos silvestres, azeitona, tostado. Na boca, bom corpo, untuoso, intenso e de final longo. 16
Alicante Bouchet 2008, destaca-se pimentos cortados e ligeiro chocolate, com a fruta bem madura. Na boca, seco, fruta madura em compota, novamente algum chocolate amargo, intenso e complexo. 17
Alicante Bouchet 2009, está mais fácil, com fruta madura, encorpado, suave de boca e de final longo. 16
Alicante Bouchet 2010, ainda na barrica, mas a mostrar ser poderoso. Ainda a vestir-se. 15,5

Telhas Tinto 2008, muito exuberante, elegante, frutado, intenso, encorpado, notas de fruta e madeira em excelente harmonia, complexidade excelente, boa acidez, de final persistente. 17,5
Telhas Tinto 2009, frutos pretos, pimenta preta e madeira presente, tudo bem casado. Excelente acidez. 17
Telhas Tinto 2010, ainda com a fruta e a madeira aos saltos, soltos, como um jovem deve ser. Morangos em destaque. 15,5

Outeiro 2007, cor carregada, com aromas de frutos negros, madeira, nuances de chocolate, fumado. Na boca, seco, encorpado, intenso e de final persistente. 17,5
Outeiro 2008, no mesmo perfil que o anterior, mas a notar-se ligeiro químico e espinafres. Na boca, seco, untuoso, veludo, boa intensidade e de final longo. 18
Outeiro 2009, no mesmo perfil mas com pimentos em destaque. Fortes probabilidades de ficar melhor que o 2008. 17
Outeiro 2010, adolescente, com muito ainda para dar. Ainda em barrica. 16

De seguida, Peter Bright vira-se e diz: " Aqui já está, vamos provar umas barricas. " 
Foram mais umas 12 barricas provadas, castas provadas separadamente, as que fazem o Telhas, o Outeiro, depois um Gouveio em inox e em madeira, para se perceber as diferenças, Viognier e um Tinta Caiada de excelente qualidade. Só não se provou mais senão a comida ficava fria, sempre com Peter Bright a querer mostrar tudo, com entusiasmo de quem sabe e sem medos de mostrar o que faz, tanto as coisas excelentes como uma ou outra que ele acha não estar grande espingarda, como um Cabernet Sauvignon que fez e diz não estar à altura do que quer da casta. Houve quem gostasse, eu também não me identifiquei.











Depois, o almoço. Muito descontraído, no meio da adega, em que cada um se ia servir, sem grandes formalidades, como se quer. Cada situação tem a sua maneira de ser e de estar, e ali era a melhor maneira. Boa conversa, excelente companhia, onde todos trocámos opiniões e se falou de tudo um pouco. Agradecer ao cozinheiro pela excelente carne que fez e mandava para a mesa directamente das brasas, uma sericaia magnífica onde foi acompanhada de uma experiência de Peter Bright, um licoroso branco que achei muito engraçado. Vinhos alentejanos diferentes, devido também ás barricas de carvalho americano que usa. Um projecto repleto de coisas boas.
Obrigado à Terras D´Alter, ao Peter Brght e ao João Vilar.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

QUINTA DOS AVIDAGOS RESERVA 2008


Escolhi este vinho para abrir em casa de um amigo, depois de o ver a cair em cima de uma prancha de surf enumeras vezes. Precisava, para acompanhar o almoço, um bom vinho para o rapaz beber. Foi unânime, vinho muito bom. O que eles me diziam era que o vinho era macio, sentia-se a fruta na boca, e que tinha aromas de ameixa e tosta. pois bem, concordei com os que estavam na mesa e fica então a minha apreciação.

Aspecto límpido e de cor violeta escura.

No nariz, limpo, muita fruta com ameixas pretas, toque suave de tabaco e pimenta, intensidade média.

Na boca, seco, frutado, encorpado, a encher bem a boca, acidez, fruta e madeira bem casadas, boa complexidade, intenso e de final de boca longo e persistente.








Região: Douro
Castas: Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional
Tipo: Tinto
Álcool: 13,5%
Produtor: Quinta dos Avidagos
Enólogo: Rui Cunha

Nota Pessoal: 16
Preço: cerca de 10€

terça-feira, 22 de maio de 2012

PÊRA MANCA BRANCO 2008

Ui, Pera Manca. Este nome mítico do Alentejo. Este não é o famoso tinto que tantos conhecem, mas é um excelente vinho branco feito com Antão Vaz e Arinto. Um vinho que tem qualidade, bem feito,  mas pelo preço encontram tão bom ou melhor com valores mais baixos. Mas não deixa de ser um vinho de continência. Sentido.

Aspecto límpido e de cor amarelo palha.

No nariz, limpo, com notas de fruta madura, ligeiro limão, casca de tangerina e alguma mineralidade. Mostrou-se um pouco envergonhado.

Na boca, seco, acidez média, frutado, bom casamento entre a fruta e a acidez presente, manteiga, encorpado,  madeira muito ao de cima, estragando um pouco o conjunto, boa intensidade e de final de boca longo.
Bom vinho, mas esperava mais.







Região: Alentejo
Castas: Antão Vaz e Arinto
Tipo: Branco
Álcool: 13,5%
Produtor: Cartuxa

Nota Pessoal: 16
Preço: 20€

FRONTEIRA 2010

Gostei deste vinho. Um tinto honesto, com tudo o que um vinho precisa, muito equilibrado, fruta e acidez, juntando um preço muito competitivo e justo. Não conhece? Não costuma apostar noutros vinhos sem conhecer? Pois bem, isso pode mudar e apostar neste vinho é uma garantia.

Aspecto límpido, cor rubi escuro.

Nariz limpo, fruta madura, intenso, com notas de café e violetas.

Na boca, seco, novamente a fruta bem madura, bom corpo, boa acidez, tudo bem equilibrado, boa intensidade, de final longo.

Um bom vinho. Venha a comida.











Região: Douro
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz
Tipo: Tinto
Álcool: 13,5%
Produtor: Companhia das Quintas
Enólogo: João Corrêa e Jorge Serôdio Borges

Nota Pessoal: 15,5
Preço: 3,99€ em supermercados

sábado, 19 de maio de 2012

LOIOS BRANCO 2011

Chegou ao mercado o novo branco de João Portugal Ramos. Um vinho de entrada de gama, que se pode encontrar em qualquer prateleira de supermercado a um preço justo. E com uma imagem renovada, muito mais atraente e directa.

Aspecto límpido, de cor amarelo pálido com rebordo esverdeado.

Nariz com limão e maçã verde, não muito intenso.

Na boca, seco, acidez alta, muita lima e final curto.

Um vinho com boa frescura, honesto, com uma boa qualidade/ preço e uma excelente escolha para o Verão.







Região:  Alentejo
Castas: Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro
Tipo: Branco
Álcool: 12,5%
Produtor: João Portugal Ramos

Nota Pessoal: 14
Preço: 3€ nos supermercados

terça-feira, 15 de maio de 2012

SUMMER WINE MARKET 2012 by ADEGGA


É já no dia 16 de Junho que se vai realizar em Lisboa,  Hotel Flórida (Rua Duque de Palmela 34 - ao Marquês de Pombal)., das 17 horas ás 23 horas, conjugando o fim da tarde com uma noite que promete. Vai poder provar, comprar, e até comer, numa novidade que vai estar à "esquina", o Sushi Corner.

Entrada: €10,00. Inclui copo de vinho.
Mais informações em www.adegga.com/winemarket/summer2012 e também na página do evento no Facebook.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

SENHORA DO CONVENTO LBV 2000

Gosto de Vinhos do Porto LBV, Late Bottled Vintage. Este desconhecia por completo mas chegou-me às mãos por meio de César Castro, da empresa Exauro, uma garrafeira de Vila Real.

Aspecto límpido, cor vermelho acastanhado.

No nariz apresenta notas de madeira, especiarias, frutos secos e frutos pretos em compota.

Na boca, doce, com equilíbrio qb, corpo médio, de intensidade média e de final longo.

Não foi dos melhores que já provei, mas também não foi dos que ficou a dever alguma coisa, está bem feito e com preço aceitável.






Região: Douro
Castas: Várias
Tipo: Vinho do Porto Tinto
Álcool: 19,5%
Produtor: Senhora do Convento
Enólogo: Jean-Hugues Gros.

Nota Pessoal: 15
Preço: 9,40€ na Exauro.com


sábado, 12 de maio de 2012

MOSCATEL ROXO XAVIER SANTANA 2009

Chegou a terras francesas para um concurso, mais propriamente em Lyon, e ganhou a medalha Troféu Vinalies de Ouro de melhor vinho licoroso do evento. Foram produzidas 5000 garrafas, e eu tive oportunidade de provar e bem provado na casa de um familiar. 

Aspecto límpido, lágrima persistente e de cor topázio.

No nariz é magnifico, enchendo-nos de notas de uva passa, flor de laranjeira e frutos secos. Boa complexidade.

Na boca, doce, acidez perfeita juntando-se à fruta bem madura, especiado, mais frutos secos com alguma amêndoa a destacar-se, mel, bom corpo, enchendo bem a boca, excelente complexidade, intenso e de final muito longo. Vou ver se arranjo umas garrafas, pois é perfeito para se ter em casa.



Região: Península de Setúbal
Castas: Moscatel Roxo
Tipo: Álcool: 17%
Produtor: Xavier Santana Sucessores, Lda



Nota Pessoal:  18
Preço: 19,90 €

terça-feira, 8 de maio de 2012

VINHOS DO ALGARVE EM LISBOA

É nos dias 18 e 19 de Maio, na Sala Ogival de Lisboa, que se vai realizar este evento para dar a conhecer os vinhos desta região. Posso dizer que já provei alguns vinhos do Algarve e gostei bastante. Se puderem não percam, é gratuito.

GRANDES QUINTAS COLHEITA 2009

Intenso, prazeroso, atraente. Estava aqui a descrever até mais não este magnífico vinho do Douro, da Casa da Arrochella. Gostei muito deste vinho, fez-me beber quase meia garrafa de uma vez. Grande bruto. Mas estava a saber tão bem.

Aspecto límpido, cor rubi e de lágrima presente.

No nariz, limpo, jovem e de boa intensidade, a cativar desde logo entrar com o nariz pelo copo dentro. Frutos vermelhos, ligeiro floral com violeta a destacar-se, especiarias, com baunilha ligeira sem excessos.

Na boca, seco, corpo médio, frescura cativante, taninos suaves bem equilibrados com a acidez. Intensidade média e de final de boca longo. Muito boa qualidade.

Estagiou 10 meses em barricas de carvalho francês e fermentou em inox com temperatura controlada de 26º. Aqui está um vinho de qualidade com um preço muito atractivo. Pode beber-se já ou guardar.

Região: Douro
Castas: Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Tinta Roriz e Tinta Amarela
Tipo: Tinto
Álcool: 13,5%
Produtor: Casa da Arrochella
Enólogo: Luís Soares Duarte

Nota Pessoal: 16
Preço: 6,5€

domingo, 6 de maio de 2012

QUINTA DO QUETZAL RESERVA 2010

Este é o novo branco reserva da Quinta do Quetzal.  O topo de gana da casa, com a casta Antão Vaz a solo, estagiando em barricas de carvalho francês e americano durante 8 meses. Um vinho que achei de grande qualidade, e com mais uns meses de garrafa fica no ponto. Na boca muito equilíbrio.

Aspecto límpido, de cor amarelo citrino e de lágrima presente.

No nariz, limpo, jovem, madeira presente, tropical com maracujá a destacar-se, especiarias, ligeira baunilha.

Na boca, seco, acidez média, bom corpo a preencher bem a boca, frutado, com os tropicais presentes, especiado, macio, boa complexidade, intensidade média e de final de boca médio. Um excelente Antão Vaz. Recomendo.




Região: Alentejo
Castas: Antão Vaz
Tipo: Branco
Álcool: 13,5%
Produtor: Quinta do Quetzal
Enólogo: Rui Reguinga e José Portela

Nota Pessoal: 16
Preço:

quarta-feira, 2 de maio de 2012

D. PAIO VELHO BRANCO 2011

Vinho produzido para a exportação e que me chegou por meio de Victor Marques. Primeira curiosidade, garrafa azul. Este vinho é um sucesso em Inglaterra e Canadá, e estava curioso em abri-lo. Imagem e nome pouco trabalhado, mas quem o prova apercebe-se que está perante um vinho com muita qualidade.

Aspecto límpido, de cor amarelo palha e com lágrima média.

No nariz, limpo, jovem e de intensidade média, muito tropical, com manga a destacar-se e um toque cítrico com limão a envolver-se no tropical mas a deixar um aroma ligeiramente adocicado. Floral com tília a aparecer.

Na boca, seco, acidez média, bom corpo, confirmação do aroma, frutado, álcool médio, tudo muito bem casado dando um vinho com boa estrutura, muito agradável. Intensidade média e final médio. Boa qualidade.


Região: Douro, Santa Marta de Penaguião
Castas: Malvasia Fina, Fernão Pires, Moscatel Galego Branco e Códega do Larinho
Tipo: Branco
Álcool: 13%
Produtor: Maria do Rosário Carvalhais de Matos
Enólogo:

Nota Pessoal: 15
Preço:

terça-feira, 1 de maio de 2012

O QUE FAZER COM SOBRAS DE VINHO

Esta é por vezes a pergunta que nos fazemos quando fica uma garrafa com sobras, especialmente o vinho tinto. Dá sempre para temperar a comida ou guardar como explica o meu colega Diogo aqui , mas se quiserem aproveitar algumas sobras de garrafas, podem sempre fazer vinagre. Basta ir guardando as sobras numa garrafa até enche-la, de vinhos vários. Depois, juntar vinagre de vinho, que já tem a matéria necessária para fazer mais vinagre. Fica então uma receita para poderem fazer o vosso vinagre caseiro. Espero que gostem.



750 ml de vinho
250 ml de vinagre de vinho

Arranjar um recipiente aberto, pode ser uma panela, deitar o vinho. Aquecer o vinagre a 50º sensivelmente e misturar bem. Tapar com um pano não muito grosso para que seja arejado. Eu tapei com uma meia de vidro, e ir mexendo a cada 2 dias para misturar bem. Isto durante 1 mês. E já está.

Também podem acrescentar algumas especiarias, como pimenta em grão, louro ou o que gostem mais. Com certeza existem diversas maneiras de fazer vinagre, e um dos experts é Hugo Mendes, do blogue twawine
Hugo, caso queiras acrescentar alguma coisa, estás à vontade.