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quinta-feira, 19 de março de 2015

QUINTA DOS ROQUES TINTO 2009


Um vinho do Dão que não agradará à maioria dos consumidores. Personalidade própria, mostra bem o perfil do Dão, um vinho que precisa de comida por perto para brilhar. Cada vez gosto mais de vinhos assim, que não enjoam à mesa, onde não se nota o açucar, o doce, o novo mundo. No nariz é intenso, com notas vegetais e alguma tosta em destaque. Na boca é um vinho com boa frescura, boa acidez, alguma fruta. O Alfrocheiro sobressai bem do conjunto. Um vinho bem feito, pronto a beber e que quer por perto um bom prato para o acompanhar.

QUINTA DOS ROQUES 2009 | Dão | 13,5% | Tinto
Touriga Nacional | Alfrocheiro | Jaen

6€  |  Bom

segunda-feira, 2 de março de 2015

QUINTA DO CORUJÃO TINTO 2012

A região do Dão deu um grande salto nos últimos anos, mostrando que é uma das regiões onde se faz bom vinho, a bom preço, especialmente nos de gama de entrada. Este não foge à regra. Um vinho bem feito, a notar-se bem a fruta mas sem demasiada concentração, muita frescura, jovem, bem polido, fácil, sem enjoar à mesa. Uma relação qualidade/preço bem presente. Um vinho muito agradável, com uma intensidade média e final médio, a mostrar-se ser uma excelente companhia para quem quer um vinho para o dia-a-dia, sem grandes pretensões.

QUINTA DO CORUJÃO 2012 | Dão | 13% | Tinto
Touriga Nacional | Tinta Roriz | Alfrocheiro | Jaen

3,99€ no Intermarché Mafra |  Bom

segunda-feira, 17 de março de 2014

RUI REGUINGA TOURIGA NACIONAL 2009

Rui Reguinga tem vários vinhos em várias regiões do nosso País, e no estrangeiro também. Sinceramente, não é dos produtores que me enchem as medidas, e em relação a qualidade/preço acho os vinhos um pouco desajustados a nivel de preço. Mas este Touriga Nacional está bem catita. Um vinho de 2009, ainda com bons aromas à fruta, com o floral ainda bem presente. Na boca já redondo, macio, alguma elegância, especiado, de boa intensidade e final de boca longo.

Quanto ao preço, acho os 20€ que está na prateleira desajustado.

Região: Dão
Castas: Touriga Nacional
Tipo: Tinto
Produtor: Rui Reguinga
Enólogo: Rui Reguinga
Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 20€

segunda-feira, 3 de março de 2014

MEIA ENCOSTA TINTO 2011

Este vinho já é um clássico da região do Dão, estando em quase todas as prateleiras do País a um preço muito baixo. É um vinho tinto que se bebe bem, que não tem grandes pretensões em ser aquilo que não é, e que tem a qualidade necessária. Um vinho bem feito, que agrada razoavelmente e que pode ser uma opção para qualquer mesa. Um vinho para o dia a dia.


Região: Dão
Castas: Touriga-Nacional, Jaen, Alfrocheiro e Tinta-Roriz
Tipo: Tinto
Produtor: Vinhos Borges

Nota Pessoal: 14
Preço: 3,30€

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

CASA DA PASSARELLA ABANICO TINTO RESERVA 2010

Mais um excelente vinho deste produtor, que nos está a habituar com vinhos de grande qualidade. O Dão a mostrar-se cada vez mais competitivo com outras regiões. No nariz a fruta vermelha destaca-se, juntando notas florais e algum tostado. Na boca é um vinho com grande frescura, acidez perfeita, fruta, notas de especiarias elegantes e suaves. Por final, é um vinho com ligeira complexidade, boa intensidade e final de boca longo. Um
 vinho com uma relação qualidade/preço espectacular, como este produtor nos tem vindo a habituar. Um vinho para nos acompanhar a solo ou à mesa, tanto faz, o que importa é o prazer que ele nos dá a beber.

Região: Dão
Castas: Touriga Nacional, Jaen e Alfrocheiro
Tipo: Tinto
Álcool: 14%
Produtor: O Abrigo da Passarella


Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 8€

terça-feira, 9 de abril de 2013

PROVA DE VINHOS MONTE CASCAS


Foi no passado dia 21 de Março, que fui à prova de vinhos Monte Cascas, no restaurante Avenue, onde também foram lançados os novos vinhos Single Vineyard. O projecto tem a enologia de Hélder e Frederico, ambos apaixonados por vinhos. O conceito é fazerem vinhos de excelência, procurando por todo o território nacional uvas com um carácter próprio de cada região, e conseguirem colocar no mercado vinhos genuínos. A gama é bastante grande. Quanto aos preços dos seus vinhos, já ouvi vários consumidores desabafarem que, principalmente nas gamas mais altas do produtor, serem um pouco elevados. E porquê? Isso deve-se ao preço que pagam pelas uvas, pois são uvas quase únicas e que são pagas a peso de ouro. Juntamente com o estágio, encaresse o produto.

Os vinhos provados foram o Colheita Douro Branco 2012, feito com Códega do Larinho, Gouveio e Rabigato. Seco, frutado, acidez alta, muita frescura, vegetal, boa intensidade. De seguida, o Reserva Regional Minho Branco 2010, feito com Arinto e Alvarinho. Amarelo palha. Aromas citricos mas ligeiros, vegetal. Boca seco, excelente acidez, grande frescura, a notar-se ligeira evolução, intensidade média. Gostei bastante. Seguiu-se o Reserva Alentejano Tinto 2010, feito com Alicante Bouschet, Petit Verdot e Trincadeira. Aroma frutado, onde predominam ameixas passa e amoras negras. Seco, encorpado, frutado, alcool presente, madeira muito bem harmonizada com a fruta. Boa acidez, fresco e intenso, com final longo. Passando ao tinto do Douro, que foi o Reserva Douro Tinto 2010, feito com Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz, mostrou-se com aromas a frutos silvestres, cacao, amoras pretas, compota e alcool presente. Na boca, seco, encorpado, frutado, suave, intenso com final longo e persistente. Excelente Douro este.

Grande Reserva Alentejano Tinto 2009, feito com Alicante Bouschet e Petit Verdot. Aromas intensos, fruta bem madura, chocolate. Na boca, seco, fruta madura, alcool bem presente, madeira ligeira, quente e encorpado. Um vinho também com muita frescura, aliada ao alcool presente, mostra bem o potencial de guarda que tem.


Sempre com boa disposição, a boa conversa e explicação de Hélder e Frederico era contagiante. Ouvi-los mostra a verdadeira paixão com que se dedicam ao projecto e aos vinhos que fazem.

Seguiu-se o Grande Reserva Douro Tinto 2009. Aromas quentes, fruta compotada, especiado. Na boca, seco, suave, bom corpo, fruta madura presente, intenso, frescura, acidez perfeita, longo e persistente.

Passando para a classe dos Single Vineyard, Vinha da Padilha Branco 2009, um vinho do Tejo, feito com Fernão Pires, está fantástico. Aromas ligeiros, com lima e toranja, ligeiro ananás, folha de cidreira. Na boca, seco, acidez média/alta, cítrico, fresco, intenso e longo. Vamos ver até quando conseguem produzir este vinho, pois a qualquer momento o produtor, tal como quase todas as outras vinhas, pode arrancar a vinha ou simplesmente deixar de vender as uvas. Vinha do Vale Douro Tinto 2009, é único. Fizeram este vinho e não vão poder fazer mais ano nenhum, pois o produtor arrancou as vinhas. Porquê? Porque lhe apeteceu, sem nada dizer a nenhum dos enólogos que contavam com estas vinhas magnifícas. Este vinho é feito de vinhas velhas e apresenta-se com notas de cacao, ameixa passa, compota, frutos secos, madeira suave, bem inserida no resto do conjunto. Boca seco, frutado, encorpado, frutos secos em destque, intenso, boa complexidade, longo e persistente. Grande vinho. Agora um Bairrada, Vinha das Cardosas Tinto 2010. Mais uma vinha bem antiga descoberta, esta por uma amiga dos enólogos, que prontamente se puseram a caminho para ver o que por lá vinha. Certinho, direitinho, negociaram com a pessoa responsável e voilá. Feito de Baga, Moreto de Cantanhede e Tinturão, apresenta-se com aromas a morangos, flores e ligeiro eucalipto. Na boca, seco, frutado, corpo médio, fresco, boa intensidade, acidez presente a compôr o conjunto, complexo e de final médio. Belíssimo. Por fim, chegamos ao Dão, de onde vem o Vinha da Carpanhã Tinto 2010. Feito com Jaen e Touriga Nacional, aromáticamente com fruta madura, lichies, flores e amêndoa. Na boca, seco, fruta madura presente, ligeira adstringência, excelente frescura, com corpo médio, intenso, de final longo e persistente.

Queria desde já agradecer o convite e que continuem o bom trabalho.

Monte Cascas

Colheita Douro Branco 2012 - 14,5
Preço: 5,75€
Reserva Regional Minho Branco 2010 - 16
Preço: 9,95€
Reserva Regional Alentejo Tinto 2010 - 15,5
Preço: 9,95€
Reserva Doc Douro Tinto 2010 - 16
Preço: 9,95€
Grande Reserva Regional Alentejo Tinto 2009 - 16,5
Preço: 21,5€
Grande Reserva Doc Douro Tinto 2009 - 17
Preço: 21,5€
Vinha da Padilha Doc Tejo Branco 2009 - 17
Preço: 27,5€
Vinha do Vale Doc Douro Tinto 2009 - 17,5
Preço: 33,5€
Vinha das Cardosas Doc Bairrada Tinto 2010 - 18
Preço: 33,5€
Vinha da Carpanhã Doc Dão Tinto 2010 - 17,5
Preço: 33,5€

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

CASA DE SANTAR TOURIGA NACIONAL 2006

Para quem tem alguma ou algumas garrafas deste vinho, façam o favor de abrir as vossas garrafas e deliciarem-se com ele até à ultima gota. Fantástico. É bom abrir garrafas que nos façam viajar, fecharmos os olhos sem ter que pensar por instantes em mais nada e sem ter que gastar balúrdios, que por vezes não valem um tostão. Este está no ponto, e em alguns sítios pode estar a preços de saldo devido a não ter as vendas pretendidas. 

Aspecto límpido, cor violeta suave com rebordo acastanhado e de lágrima presente. Nariz poderoso, pimentos, ameixa passa, chocolate e fumo. Na boca, seco, acidez e fruta em perfeita harmonia, suave, bom corpo, especiado. Um vinho intenso, complexidade alta e de final de boca longo e persistente. Adorei.







Região: Dão
Castas: Touriga Nacional
Tipo: Tinto
Álcool: 14%
Produtor: Sociedade Agrícola de Santar, SA
Enólogo: Pedro de Vasconcellos e Souza

Nota Pessoal: 17
Preço: 17€ na The Wine Company

domingo, 29 de julho de 2012

VINHOS COM SOTAQUE NO RESTAURANTE G-SPOT

Foi no passado dia 14 que o enólogo António Narciso trouxe o Dão a Sintra para apresentar alguns dos seus vinhos. E trouxe 3 produtores com sotaque. Quinta das Marias por Peter Eckert, suíço, Fonte do Gonçalvinho por Casimir e Christelle da Silva, francês, e Quinta Mendes Pereira por Raquel Mendes Pereira, brasileira. Para organizar o menu, Manuel Moreira, escanção e um dos donos do restaurante G-Spot na Vila de Sintra. E que menu ele escolheu e bem. Começámos por provar o Fonte de Gonçalvinho Rosé 2010 feito de Touriga Nacional e Aragonêz, um vinho frutado, nada enjoativo, doce equilibrado, acidez média e com algum corpo, final curto. 15,5
Seguiu-se o jantar onde o menu foi creme de ervilhas, vieira fumada e sapateira, onde os vinhos a acompanhar foram o Quinta Mendes Pereira Encruzado 2010 e o Quinta das Marias Encruzado 2010. Estiveram os dois vinhos à altura do prato, mas em harmonia gostei mais do Quinta das Marias. O primeiro, fresco, algum lácreo, acidez alta, fruta madura, muito equilibrado, com destaque de citrinos e ligeiro mineral. 15
O Quinta das Marias apareceu com menos fruta que o anterior e mais madeira, boa estrutura, floral, encorpado, ligeiro doce oriundo da madeira. 16
Seguiu-se de garoupa assada, quinoa com tomate seco, morangos frescos e poejo. Para acompanhar este prato tivemos os tintos Quinta Mendes Pereira 2006 Escolha da Produtora e Quinta Mendes Pereira Reserva 2007. O primeiro, fantástico. Aroma com ligeira fruta mas presente, mentol, boa frescura, sendo na boca a explosão, com ameixa, suave, bom corpo, fresco e final médio/ longo. 17,5
O Reserva 2007, mais frutado, mineral, acidez perfeita. Grandes vinhos. 17
Passámos para um entrecosto com favinhas onde os acompanhantes foram os Fonte de Gonçalvinho. Primeiro, um Tinta Roriz 2010 maravilhoso, como eu gosto desta casta. Ligeiro balsâmico, fruta preta, ligeira madeira, tudo bem conjugado, muito elegante, baunilha ligeira, final longo. Vinho ainda novo e com grande potencial. 16
Seguiu-se o mais falado da noite, Fonte de Gonçalvinho Inconnu Reserva 2010. Madeira, fruta, compota, cereja preta, figos, cacau preto, longo, persistente e frescura. Grande vinho. Mas saber quais as castas que o fazem é que não se soube, pois é o que o nome diz, desconhecido. Pareceu a quem provou, Tinta Roriz com Touriga Nacional, mas o João Barbosa, onde podem ler aqui o que escreveu, apostou em Sirah. Mas também se falou da Jaen, apesar de António Narciso dizer que não gosta muito da casta, mas que o produtor a tem plantada. O que será não sei, o que comprovei foi que estamos perante um grandioso vinho. 17
Por ultimo, arroz de pato e magret de pato fumado. Os vinhos foram o Quinta das Marias Touriga Nacional Reserva 2010 e o Quinta das Marias Cuvée TT Reserva 2010. O primeiro, ainda muito novo, floral, fruta madura, balsâmico, amêndoa, madeira presente. Precisa de garrafa para haver casamento entre a fruta, madeira e acidez. 14
Quanto ao segundo, muito bom. Floral, ameixa, cogumelos, mineral, bom corpo, fruta bem presente mas sem enjoar, intenso e longo. 17
Para finalizar, a sobremesa. Bolo de alfarroba com sorvete de framboesa, com chocolate. Para acompanhar, era à nossa escolha, onde escolhi o Inconnu 2010 e por ali me fiquei. Que par perfeito. Já no final e depois dos cafés, Raquel Mendes Pereira trouxe para a mesa um Quinta Mendes Pereira Reserva 2005 que estava simplesmente suberbo.
Com esta prova, António Narciso quis mostrar que sendo o enólogo dos três produtores, de diferentes zonas do Dão, pode fazer vinhos bem diferentes uns dos outros, mostrando sempre grande qualidade no seu trabalho. Um conselho, apostem e provem vinhos do Dão e vão comprovar que esta região tem tanta ou mais qualidade que outras de primeira opção para compra. 
Obrigado.




foto de Carlos Janeiro



quinta-feira, 31 de maio de 2012

CASA DE MOURAZ PRIVATE SELECTION 2009

Quando é tempo de lançar os brancos, pois vem aí o calor, sai também para o mercado este vinho que, para quem conhece, já mostrou ser um excelente vinho a cada ano que passa. Provei e comprovei o que venho a achar deste produtor. Sabe trabalhar. Todos os vinhos Casa de Mouraz são de uma qualidade muito boa, e todos eles com um preço espectacular.

Aspecto límpido e com uma cor violeta e rebordo arroxeado.
Nariz muito floral, com violetas, frutos vermelhos maduros, notas de cacau e especiarias.
Na boca é complexo, seco, frutado intenso, encorpado mas com acidez média, conjugada de taninos nobres, o que se prevê um longo envelhecimento.Bastante agradável e de boa intensidade, com um final saboroso, longo e persistente.
Consumir já é perfeito, mas quem guardar vai com certeza apurar a sua excelente qualidade. Gostei bastante.




Região: Dão
Castas: Touriga Nacional e Jaen
Tipo: Tinto
Álcool: 14%
Produtor: António Lopes Ribeiro Wines, Lda
Nota Pessoal: 17
Preço: cerca de 14€

terça-feira, 10 de abril de 2012

PROEZA TINTO 2009

O que é que nos dá prazer quando abrimos uma garrafa de vinho? Com toda a certeza o seu conteúdo. E quando o preço é verdadeiramente extraordinário em relação à qualidade do vinho que estamos a beber? Então é um duplo prazer. Quando vamos a uma prateleira e nos agrada o rótulo, que na maioria das vezes é por aí que um consumidor escolhe um vinho, e pegamos numa garrafa para ler o contra rótulo e a garrafa é poderosa? O primeiro pensamento é olhar para o preço antes de ler o que quer que seja, pois o peso da garrafa também pode estar associado a um preço mais elevado.

 Foi com este vinho que senti isso mesmo, que maravilha. Este vinho mostra uma região, o Dão. Um vinho com um aroma atraente, cativante, a não querer deixar tirar o nariz do copo, e na boca....só sei que se vir mais à venda, compro. Feito com as castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Jaen e com estágio de 6 meses em barricas de carvalho francês de 2º e 3º ano.



Aspecto límpido,  de cor rubi e de lágrima presente.

No nariz, fruta madura com amoras, flores, excelente frescura, madeira, boa intensidade, álcool presente, ligeiro pimento e no final resina.

Na boca, seco, acidez presente, equilíbrio entre a fruta e acidez, madeira suave mas menos presente que no aroma, corpo médio, intensidade alta e de final longo e persistente.

Nota: 15,5
Preço: 2,49€ nos supermercados Aldi
Produtor: Boas Quintas Sociedade Agrícola
Enólogo: Nuno Cancela de Abreu

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

FLOR DE NELAS RESERVA 2008

Ainda não o provei, mas como também sou seguidor de blogues de colegas, fiquei com o nome no goto depois d ler a critica feita pelo Copo de 3. Estou a postar só para alertar que começa hoje no Lidl a promoção de leve 2 pague 1 deste vinho, e o preço é 3,49€. Vale bem tentarem comprar e lerem este post. Quando abrir a minha garrafa volto aqui novamente para dar a minha opinião. E vocês, se comprarem, venham aqui fazer o mesmo. http://copod3.blogspot.com/2011/09/flor-de-nelas-reserva-2008.html

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

PAINEL RESERVA 2000

Painel Reserva 2000 é um vinho das Caves do Freixo, da região do Dão. Um vinho que me deu enorme prazer beber, já com alguma evolução, com um nariz brilhante, atraente e cativante. Um belo exemplar da região do Dão, feito com as castas Touriga Nacional, Jaen e Tinta Roriz. Com um aspecto limpido, de lágrima média e de cor granada. Nos seus aromas destacam-se os frutos secos, noz, especiado com destaque de pimenta, madeira suave e couro. Na boca, seco, acidez média, bom corpo, especiado, boa presença de taninos, intenso e de final de boca longo. Complexo e de qualidade excelente. Um excelente vinho a um preço muito justo e que merece ser provado por todos. Foram engarrafadas 12000 garrafas, sendo esta o numero 289.

Nota: 16,75
Preço: 9€
Produtor: Caves do Freixo
Enólogo: Rui Alves

terça-feira, 18 de outubro de 2011

CASA DE MOURAZ TINTO 2009

Olá.
Hoje trago-vos um vinho do Dão, Casa de Mouraz 2009.  Mais um vinho de António Lopes Ribeiro, que produz os seus vinhos com uvas de agricultura biológica, e tem tido enorme aceitação. Este vinho está fantástico, muita frescura, excelente acidez, bom equilibrio, fruta a mostrar-se bem madura, ligeiro floral com taninos suaves. Um vinho com boa intensidade, tanto aromáticamente como na boca, e de final longo. Gostei bastante e aconselho a prova.


Nota: 16
Preço: 8€
Produtor: António Lopes Ribeiro e Sara Dionísio
Enólogo: António Lopes Ribeiro

quarta-feira, 4 de maio de 2011

PORTA DOS CAVALEIROS RESERVA 2008

Ontem fui ao Pingo Doce e perdi um tempinho a ver se havia novidades, nem que fosse para mim. Encontrei algumas coisas, entre elas este vinho tinto feito de Touriga Nacional, de uma casa que para mim faz bons vinhos e que gosto bastante, e de uma região que tem grandes vinhos e que nem todas as pessoas na hora da compra de um vinho a escolhem. Um vinho das Caves São João, Dão, um Reserva de 2008 que assim que cheguei a casa abri. Fiquei curioso para ver, cheirar e saborear este Touriga Nacional, e o que senti foi o seguinte: Muito bom vinho.

No aspecto, limpido, lágrima persistente e de cor violeta. No nariz, limpo, jovem e de intensidade média. Nos aromas, um vinho com muito equilibrio, fruta madura, alguma madeira mas suave e um toque floral proveniente desta casta. Na boca, seco, boa acidez, de corpo médio a portar-se bem, com alguma untuosidade, frutado, madeira suave bem integrada, com taninos redondos, intensidade média e de final de boca médio e muito agradável. 

Fiquei surpreendido com a qualidade demonstrada, um vinho que tem um preço muito convidativo para a qualidade e muito bem feito. Não percam e experimentem que vale a compra.

Podem acompanhar com queijo de cabra ou umas farinheiras fritas com alho, e o respectivo pão.

Nota: 16,5
Preço: 5,98€ no Pingo Doce

sexta-feira, 25 de março de 2011

QUINTA DO PERDIGÃO COLHEITA 2007


Um vinho de uma das casas bem conhecidas e conceituadas da região do Dão. Um vinho muito bem feito, apetecivel, dando prazer ao beber e casando muito bem com um bom bacalhau assado, carnes grelhadas, mas também sózinho.

Aspecto limpido, cor rubi com alguns reflexos grenás, lágrima média.

No nariz, jovem, fruta preta madura, algum mentol, pimenta e ligeiros toques de cravinho.

Na boca, seco, equilibrado, taninos presentes mas suaves, muito fresco e boa acidez, com uma intensidade média e de final de boca médio.

Gostei muito deste vinho, mostrando ser uma excelente compra do Dão e que não se arrependerá de o provar.

Nota: 16,5
Preço: 10,5€ na garrafeira Delidelux em Lisboa

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

MEIA ENCOSTA 1999 NA PROVA À QUINTA


O que é a Prova à Quinta?

Tudo se desenrola da seguinte maneira:
- O blogue interessado lança um desafio, sempre no último dia do prazo que será obviamente uma Quinta Feira, os desafios podem ser tão variados como por exemplo: provar um vinho de casta estrangeira, um branco inox, vinho clássico, vinho italiano, vinho para acompanhar Queijo da Serra... depende da imaginação de cada um.
- O blogue que lançar o desafio fica responsável por recolher todas as notas de prova dos restantes blogues e fazer no final um apanhado com algumas conclusões, nada de muito extensivo apenas o básico e interessante da coisa.
- Os blogues que participam afixam a sua nota de prova com a foto alusiva, para melhor se identificar dos restantes artigos colocados. Convém dar uma pequena explicação sobre os motivos da escolha de cada um para cada desafio.
- Após ser lançado o desafio, os bloggers têm 15 dias para responder, passado esse prazo voltamos ao primeiro passo e um outro blogue poderá lançar novo desafio.
- Convém dizer que a escolha dos vinhos é livre e da responsabilidade de cada blogue, desde que respeite os objectivos colocados.
- Como é óbvio e após vários pedidos, esta iniciativa é aberta à participação de todos os leitores dos blogues participantes.

O primeiro desafio surgiu por parte do blogue Copo de 3, que desafiou os outros blogues e seus leitores a apresentar um tinto de perfil clássico, proveniente de uma região de Portugal.

A minha escolha foi um vinho do Dão, um Meia Encosta 1999. Escolhi um clássico "low cost" da região, pois este vinho é um vinho muito acessível, cerca de 3€, de anos mais recentes, e que já tem muita história na região.  Desde o seu lançamento em 1970 que cativa alguns consumidores diários. Mas este já estava na garrafeira à muito tempo, até pensei que já não tivesse grande coisa, mas enganei-me. 


Depois de decantado, esperei cerca de 30 minutos para o provar.

Aspecto turvo, lágrima média e de cor vermelho acastanhado.
No nariz, limpo, desenvolvido e de intensidade média. Aromas terciários devido à sua idade como couro, especiado, erva seca. 

Na boca, seco, baixa acidez, corpo médio, especiado, taninos suaves, de intensidade média e de final de boca médio/longo.

Não esperava muito deste vinho, mas surpreendeu-me, pois é um vinho que é feito não para guarda mas para consumo diário, e conseguiu, depois destes anos todos, mostrar-se de boa saúde e muito prazeroso.

Nota: 15,5
Preço: ?, sendo os de anos mais recentes cerca de 3€ nos hipermercados.




quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

BORGES TOURIGA NACIONAL 2004

Este vinho é um dos vinhos preferidos de uma amiga, e por isso mesmo, ofereceu-me uma garrafa. Não conhecia, e como ela e outros amigos vieram cá a casa jantar, abri a garrafa. Que maravilha de vinho. Já com alguma idade, mostrou-se à malta de muito boa saúde. Está no ponto para ser consumido, mas devido à sua qualidade, quem guardar não se vai arrepender, mas se tivesse mais umas garrafas, bebia-o.

Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor violeta carregado.

No nariz, limpo, com inicio de desenvolvimento e de intensidade média. Frutos do bosque maduros, ainda floral, especiado, frutos secos, madeira presente e algum caramelo.
Na boca, seco, encorpado, frutado, especiado, a madeira presente bem casada, taninos suaves. Um vinho intenso e de final de boca longo.

Um excelente vinho, de grande qualidade, que eu quero com certeza comprar umas garrafas para beber mais umas vezes. Aconselho este vinho com um lombo de porco no forno, recheado com farinheira, e vão ver que não se vão arrepender. O preço para a qualidade não é muito, e uma vez não são vezes. Aconselho.

Nota: 17,5
Preço: 10€

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CASA DE MOURAZ PRIVATE SELECTION TINTO 2007

Foto retirada da net

Uma vez por semana, eu e mais 2 amigos, juntamo-nos no restaurante Bar das Colunas em Lisboa, para almoçar. Com a autorização do dono, levamos nós o vinho para irmos degustando um por semana. Desta vez, foi o Fernando que levou, e o vinho escolhido por ele foi Casa de Mouraz Private Selection 2007. Um vinho biológico, da região do Dão, e que me encheu as medidas. Este projecto pioneiro e inovador na produção de vinhos de quinta de forma ecológica, é da responsabilidade de António Lopes Ribeiro e Sara Dionísio. Este vinho é feito com Touriga Nacional, Jaen e Água Santa.

Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor violeta escura. No nariz, limpo, jovem, e com intensidade média. Na boca, fruta madura em grande destaque, floral, madeira bem integrada, com taninos suaves muito bem trabalhados, intensidade média e final de boca longo. Um Dão de excelente qualidade, que mais uma vez prova o poder daquela região.

Nota: 17,25
Rótulo: Bom design, apelativo e atraente - Excelente
Preço: 12€

domingo, 13 de junho de 2010

CASA DE SANTAR TINTO 2007


Já andava a namorar este vinho, mas ainda não tinha tido oportunidade de o provar. Um vinho bem cotado, da região do Dão, que me surpreendeu pela positiva.
Com uma cor vermelho escuro, é um vinho bastante atraente. No copo, seus aromas são de fruta madura com um notável toque de madeira, que me agradou bastante.
Na boca, nota-se a fruta madura, amoras pretas e alguma framboesa, aveludado, fresco e bem estruturado. O seu final é longo e suave. Um bom vinho, onde se pode encontrar em vários sitios e com um preço qualidade/preço muito acessivel.

Nota: 16
Preço: 5€

sexta-feira, 11 de junho de 2010

QUINTA MENDES PEREIRA RESERVA 2005


Mais um vinho tinto de uma produtora que tem grande futuro pela frente. Com vinhos todos muito bem pensados, este Reserva 2005 de
Touriga Nacional, é mais um vinho muito bem trabalhado, ganhando uma medalha de prata.
Com uma cor vermelho violeta muito atractiva, quando no copo, começa logo a mostrar grande virtude. No seu aroma, realça logo notas
florais e alguma baunilha. Na boca, é fundente, algo acidulado, fruta madura a notar-se a ameixa preta. Com uma intensidade
suficiente, o seu final é longo, um pouco adstringente, mas muito agradável.

Nota: 16
Preço:?