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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
POÇAS LBV 2008
Um Vinho do Porto, quando bem feito, dá sempre prazer. E um dos que mais prazer me dá é um LBV, ou seja, um Late Bottled Vintage. Este Poças de 2008 é um bom exemplo, pois a sua qualidade e o seu preço estão muito competitivos em relação a outras marcas mais sonantes. Um vinho ainda cheio de fruta, boa acidez, o álcool bem equilibrado no conjunto, doce, encorpado, notas especiadas, tudo a deixar a boca bem untada e a salivar por mais um pouco. Para quem nunca provou um LBV, aconselho a provarem, e para quem não pode comprar um Vintage, tem aqui uma boa opção para experimentar um quase Vintage.
Preço a rondar os 10€
segunda-feira, 3 de junho de 2013
CHURCHILL´S WHITE PORT DRY APERITIF
Aqui está um Porto que me agradou imenso. Como o nome indica, é seco e aconselhável a aperitivo. Pois bem, acho que este vinho se enquadra em diversas ocasiões, mas que haja calor. Com umas pedras de gelo ou servido bem gelado é um vinho fantástico.
Começando pela cor, dourado e brilhante. No nariz dá-nos aromas a avelãs, noz moscada e folha de eucalipto seca, a fazer lembrar um dia de 35 graus e passamos por um eucaliptal. Na boca, seco, frutos secos, boa frescura, muito complexo, intensidade média e de final médio com ligeiro picante. Adorei.
Região: Douro
Castas: Várias castas, incluíndo Malvasia Fina, Códega, Gouveio and Rabigato
Tipo: Vinho do Porto
Produtor: Churchill´s
Nota Pessoal: 16,5
Preço: 14€
terça-feira, 13 de novembro de 2012
QUINTA DO VALLADO ADELAÍDE TRIBUTA
Simplesmente estrondoso. Tive a oportunidade de provar este vinho magnífico que a Quinta do Vallado acabou de lançar, um Porto de 1866. Deste vinho foram engarrafadas 1300 garrafas, numeradas em decanters originais de cristal e em caixa de madeira exclusiva, e é uma homenagem à grande senhora D. Antónia Adelaíde Ferreira. Ainda esperei e bem pela prova, mas valeu a espera.
Quanto ao vinho, sem palavras. Grande vinho, excelente aroma e na boca perfeito. Só para algumas carteiras, pois o preço é fora do alcance da maioria.
Obrigado Fernando.
Região: Douro
Tipo: Vinho do Porto
Produtor: Quinta do Vallado
Nota Pessoal: 20
Preço: 3000€
segunda-feira, 14 de maio de 2012
SENHORA DO CONVENTO LBV 2000
Gosto de Vinhos do Porto LBV, Late Bottled Vintage. Este desconhecia por completo mas chegou-me às mãos por meio de César Castro, da empresa Exauro, uma garrafeira de Vila Real.
Aspecto límpido, cor vermelho acastanhado.
No nariz apresenta notas de madeira, especiarias, frutos secos e frutos pretos em compota.
Na boca, doce, com equilíbrio qb, corpo médio, de intensidade média e de final longo.
Não foi dos melhores que já provei, mas também não foi dos que ficou a dever alguma coisa, está bem feito e com preço aceitável.
Região: Douro
Castas: Várias
Tipo: Vinho do Porto Tinto
Álcool: 19,5%
Produtor: Senhora do Convento
Enólogo: Jean-Hugues Gros.
Nota Pessoal: 15
Preço: 9,40€ na Exauro.com
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
QUINTA DA ROMANEIRA LBV 2001
Este LBV chegou-me ás mãos por meio de um amigo. Um Quinta da Romaneira, de 2001. Fiquei curioso para saber como este vinho se ia apresentar, como estava de saúde, se tinha conseguido manter alguma fruta e boa acidez. Então vamos à prova.
Limpido, de cor vermelho cereja e de lágrima persistente. No nariz, fantástico. Aromas não muito intensos, de frutos vermelhos, tosta, fumo e algum caramelo. Na boca sim, cheio, poderoso, com excelente acidez, vivo, capaz de aguentar ainda por mais uns bons anos em garrafa, intenso, até fresco, com um final de boca maravilhoso. Um vinho delicioso com sobremesas e alguns queijos, ou simplesmente com um bom café. Não ponham açucar no café, quem põe claro, e vão buscar o açucar do vinho. Delicioso.
Nota: 16,5
Preço: ?
Produtor: Quinta da Romaneira
Enólogo: António Agrellos
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
DOW´S 1998 QUINTA DO BOMFIM BICENTENARY
Este vinho foi lançado para comemorar o bicentenário da Quinta do Bomfim. Um Dow´s Vintage 1998 que está perfeito para ser consumido de imediato mas com potencial para evoluir muito bem. Com uma caixa bonita para arrecadar a garrafa, tem também no seu interior a história desta quinta.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor rubi escura. No nariz, aromas de frutos silvestres com a combinação de notas de violetas. Muito exuberante e elegante. Na boca, doce, muita fruta, especiado, taninos médios, frutos secos, intenso, untuoso e de final de boca longo e persistente. Um vinho com boa estrutura, acidez no ponto, equilibrado e ligeiramente seco no final. Adorei.
Nota: 16,5
Preço: 26€
Produtor: Dow´s Port
Enólogo:
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
NIEPOORT JUNIOR
Este Junior Tawny é muito vivo e cheio de frutas secas, muito agradável na boca. Um vinho de Dirk Niepoort, grande nome das terras do Douro e produtor de grandes vinhos. Este vinho estagia 3 meses em barricas velhas de carvalho e segue logo para a garrafa, onde estagia sem contacto exterior ficando assim com mais vivacidade não perdendo muito da sua juventude. Um vinho com muita frescura, vivo, com notas de frutos secos, como amêndoa e nozes, casca de laranja seca, encorpado, untuoso, meloso qb, intenso e de final de boca muito persistente. Gostei bastante e a um preço justo.
Nota: 15,25
Preço: 11€
Produtor: Niepoort
Enólogo: Dirk Niepoort
Nota: 15,25
Preço: 11€
Produtor: Niepoort
Enólogo: Dirk Niepoort
quarta-feira, 13 de julho de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
QUINTA DO CRASTO VINTAGE 2008
Um Vinho do Porto Vintage deste produtor que é uma referência no Douro. Um vinho feito com uvas de vinhas velhas, que não sofreram desengace e foram esmagadas suavemente, que foram pisadas em lagares de pedra, adicionando a aguardente vinica parando a fermentação.
Aspecto opaco, lágrima persistente e de cor violeta escura.
No nariz, limpo, jovem e pronunciado. Frutos vermelhos maduros, ameixa em compota, algum mel.
Na boca, doce, encorpado, confirmação de aromas, frutado, taninos redondos, intenso e de final de boca longo. Um vinho com uma complexidade alta, de excelente qualidade e frescura, que se prevê uma boa longevidade. Adorei.
Nota: 17,5
Preço: 30€
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
ADEGA DOS LEIGOS NA ANDRESEN
Continuando a viajem de dia 29 de Janeiro, depois do almoço na Cálem e da maravilhosa visita a uma das caves mais emblemáticas do Vinho do Porto, seguimos caminho para a Andresen, empresa mais tradicional, também com vinhos de excelência. Já estavam à nossa espera, na estação de Gaia-Devesas. Depois do grupo reunido, subimos a rua e entrámos no mundo Andresen. Ficam umas fotos para mostrar o que vi que vale mais que as palavras.








Muitas das barricas usadas têm mais de 80 anos, o que faz o perfil seguido pela empresa, ter um toque muito próprio para os seus vinhos. Também são dos poucos que ainda têm tanoaria própria, o que é fantástico. Depois da visita à adega, seguimos para a sala de enologia onde nos esperava Álvaro Van Zeller, que já tinha preparado os vinhos que iam estar em prova, e que vinhos. Uma prova menos formal, mais tradicional ou rústica, onde ia-mos servindo, provando, comentando e apontando à medida que queríamos, falando uns com os outros e tirando conclusões. E os vinhos que provámos foram:
ANDRESEN COLHEITA 1997
Um vinho intenso, castanho e límpido, fruta seca, flor de laranjeira, especiarias, amadeirado. Na boca, meio-doce, boa acidez, bom corpo, de intensidade média e de final longo.
Nota: 17,5
ANDRESEN COLHEITA 1995
Mais fechado que o anterior, algum mel, frutos secos, amêndoa. Na boca, doce, acidez média, encorpado, especiado, intenso e de final longo.
Nota: 17,25
ANDRESEN COLHEITA 1992
Aromáticamente fiel, frutos secos, mineral, tilia, melaço. Na boca, cheio, boa acidez, bom corpo, intensidade média e de final de boca longo.
Nota: 17
ANDRESEN COLHEITA 1991
Muito parecido com o anterior, mas de uma qualidade invejável. Mel, frutos secos, mel. Na boca, encorpado, especiado, madeira presente, intenso, complexo e final longo.
Nota: 17,25
ANDRESEN VINTAGE 2007
Com muita vida, fruta compotada, frutos secos, meio-doce, um pouco adstringente, cereja preta madurissima. Cai um pouco no final de boca que é médio. Gostei.
Nota: 17,75
ANDRESEN BRANCO 10 ANOS
Fruta seca, ligeira acácia, muita frescura, alcool médio, boa acidez, mel. Um excelente branco.
Nota: 17,25
ANDRESEN BRANCO 20 ANOS
Mineral, floral e muito fresco. Um vinho cheio de vida, gordo, acidez magnifica, intenso e de final de boca longo.
Nota: 17,75
ANDRESEN VINTAGE 2008
Ainda um pouco verde, fruta em compota, ameixa e morangos, intenso e de final de boca médio. muito gastronómico.
Nota: 17,5
ANDRESEN COLHEITA 1982
Muito perfumado, pronunciado, mel, especiado. Na boca, untuoso, fresco, boa acidez, intenso e longo.
Nota: 18
ANDRESEN COLHEITA 1980
Flor de laranjeira, frutos secos, mel. Bom corpo, o alcool mais evidente, intenso e longo.
Nota: 17,75
ANDRESEN COLHEITA 1975
Castanho com nuances esverdeados, mel, frutos secos, amêndoa, caramelo, boa acidez, muito intenso e de final muito longo.
Nota: 18
ANDRESEN COLHEITA 1968
O que hei-de dizer deste magnifico vinho. Adorei. Para mim o melhor de todos. Um vinho de eleição, de grande qualidade e perfeito.
Nota: 19,75
ANDRESEN COLHEITA 1910
O que todos esperavam. Sem palavras, mas na minha opinião, não conseguiu bater o Colheita 1968. Vinho que não vale a pena sequer tentar descreve-lo.
Nota: 19,5
Queria agradecer a todos da Andresen pelo esforço a terem uma visita destas a um sábado, mas que para mim, valeu a pena e muito. Vinhos de uma qualidade invejável. Obrigado.
ANDRESEN COLHEITA 1997
Um vinho intenso, castanho e límpido, fruta seca, flor de laranjeira, especiarias, amadeirado. Na boca, meio-doce, boa acidez, bom corpo, de intensidade média e de final longo.
Nota: 17,5
ANDRESEN COLHEITA 1995
Mais fechado que o anterior, algum mel, frutos secos, amêndoa. Na boca, doce, acidez média, encorpado, especiado, intenso e de final longo.
Nota: 17,25
ANDRESEN COLHEITA 1992
Aromáticamente fiel, frutos secos, mineral, tilia, melaço. Na boca, cheio, boa acidez, bom corpo, intensidade média e de final de boca longo.
Nota: 17
ANDRESEN COLHEITA 1991
Muito parecido com o anterior, mas de uma qualidade invejável. Mel, frutos secos, mel. Na boca, encorpado, especiado, madeira presente, intenso, complexo e final longo.
Nota: 17,25
ANDRESEN VINTAGE 2007
Com muita vida, fruta compotada, frutos secos, meio-doce, um pouco adstringente, cereja preta madurissima. Cai um pouco no final de boca que é médio. Gostei.
Nota: 17,75
ANDRESEN BRANCO 10 ANOS
Fruta seca, ligeira acácia, muita frescura, alcool médio, boa acidez, mel. Um excelente branco.
Nota: 17,25
ANDRESEN BRANCO 20 ANOS
Mineral, floral e muito fresco. Um vinho cheio de vida, gordo, acidez magnifica, intenso e de final de boca longo.
Nota: 17,75
ANDRESEN VINTAGE 2008
Ainda um pouco verde, fruta em compota, ameixa e morangos, intenso e de final de boca médio. muito gastronómico.
Nota: 17,5
ANDRESEN COLHEITA 1982
Muito perfumado, pronunciado, mel, especiado. Na boca, untuoso, fresco, boa acidez, intenso e longo.
Nota: 18
ANDRESEN COLHEITA 1980
Flor de laranjeira, frutos secos, mel. Bom corpo, o alcool mais evidente, intenso e longo.
Nota: 17,75
ANDRESEN COLHEITA 1975
Castanho com nuances esverdeados, mel, frutos secos, amêndoa, caramelo, boa acidez, muito intenso e de final muito longo.
Nota: 18
ANDRESEN COLHEITA 1968
O que hei-de dizer deste magnifico vinho. Adorei. Para mim o melhor de todos. Um vinho de eleição, de grande qualidade e perfeito.
Nota: 19,75
ANDRESEN COLHEITA 1910
O que todos esperavam. Sem palavras, mas na minha opinião, não conseguiu bater o Colheita 1968. Vinho que não vale a pena sequer tentar descreve-lo.
Nota: 19,5
Queria agradecer a todos da Andresen pelo esforço a terem uma visita destas a um sábado, mas que para mim, valeu a pena e muito. Vinhos de uma qualidade invejável. Obrigado.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
ADEGA DOS LEIGOS NA CÁLEM
Foi neste sábado que passou, dia 29 de Janeiro, que o Adega dos Leigos juntamente com os Portuguese WineBloggers, visitou a Sogevinus e a Andresen para uma prova de Vinhos do Porto Velhos. Uma prova de sonho para qualquer enófilo. Chegámos a Gaia de comboio, perto das 11 horas da manhã, e à nossa espera na Cálem estava a Cátia Moura, Joana Gonçalves, António Montenegro e Pedro Sá. Começámos com uma bela visita ás caves, onde estagia os seus vinhos, e onde nos explicaram a história da empresa. Depois da visita, foi-nos mostrado um filme com a história narrada anteriormente. Depois da visita, fomos ter com Pedro Sá, o Enólogo da empresa, e António Montenegro, Director Comercial. A prova ia começar.





Pedro Sá começou por nos apresentar as marcas do grupo, Barros, Burmester, Cálem, Kopke e Gilberts e de seguida, fomos para o primeiro vinho.




KOPKE WHITE 40 YEARS OLD
Aspecto limpido, de uma cor dourada, no nariz destaca-se casca de laranja e frutos secos. Na boca, muito boa acidez, muito boa estrutura, especiado e muito fresco. Final de boca longo e de uma intensidade impressionante.
Nota: 18,5
CÁLEM COLHEITA 1961
Aspecto limpido e de cor aloirada. No nariz, mais trabalhado por ser cascas tintas, tabaco em evidência, mel e especiado. Na boca, doce, gordo, alcool em armonia, boa acidez e de intensidade persistente com final de boca longo.
Nota: 18,75
BURMESTER COLHEITA 1960
Aspecto limpido e de cor castanho claro esverdeado. No nariz, complexo, especiado, caramelo e com madeira seca tostada, que me agradou muito. Na boca, boa acidez, equilibrado e bem casado, de intensidade persistente e de final de boca suave e longo. A minha escolha.
Nota: 19,25
BARROS COLHEITA 1950
Aspecto limpido e de cor castanha. No nariz, intenso, frutos secos e especiado, com algum mel. Na boca, com bastante corpo, a encher bem a boca, especiado e de final longo.
Nota: 18,75
BURMESTER COLHEITA 1940
Aspecto limpido e de cor âmbar. No nariz, poderoso, iodo, especiado e café a combinarem na perfeição. Na boca, sedoso, belissima acidez, muito complexo e de final de boca muito longo.
Nota: 19
KOPKE COLHEITA 1937
Aspecto limpido com cor castanho esverdeado. No nariz, complexo, madeira verde, figos e amêndoa. Na boca, boa acidez, muito equilibrado, untuoso e muito suave, com um final de boca longo e prazeroso.
Nota: 18,5
BARROS COLHEITA WHITE 1935
Aspecto limpido e de cor amarelo escuro. Nariz complexo, frutos secos, especiado e mel. Na boca, intenso, encorpado, suave, excelente acidez, com um travo amargo/seco que adorei. O final é persistente e mostra bem que um Porto Branco tem que se lhe diga.
Nota: 18,5
BURMESTER COLHEITA 1900
Magnifico. Aspecto limpido e de cor castanho com nuances esverdeadas. No nariz, intenso, frutos secos, floral, madeira suave de excelência. Na boca, poderoso, acidez brilhante, mel de urze, fruta passa, sedoso com uma intensidade persistente e de final de boca longuissimo. Como disse Pedro Sá, uma experiência inesquecível.
Nota: 20





Depois desta prova de sonho, depois de uma boa conversa e convivio, fomos almoçar no espaço da Cálem. Um espeço com uma vista deslumbrante, pertissimo da Ponte D. Luís. A ver os barcos a passar e o elevador do outro lado a levar as pessoas no meio do bairro em rampa ingreme, numa simplicidade agradável e descontraida. No almoço provámos 3 vinhos de mesa.


CURVA RESERVA BRANCO 2009
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor amarelo pálido. No nariz, limpo, Fernão Pires em evidência. Frutos tropicais, mineral. Na boca, seco, boa acidez, fruta madura, intensidade média e de final de boca curto. Um vinho que para mim, falta-lhe ter um final mais longo.
Nota: 15,75
KOPKE DOC DOURO TINTO 2008
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor violeta escura. No nariz, limpo, intenso, caramelo, floral. Na boca, seco, corpo médio, frutado, especiado, taninos suaves, com intensidade médio e de final de boca longo. Gostei bastante.
Nota: 16,5
CASA BURMESTER RESERVA TINTO 2008
Aspecto limpido e de cor violeta carregada. No nariz, fechado, mas a sair uma fruta compotada, floral, madeira escondida. Na boca, seco, encorpado, frutado, especiado, intensidade média e de final de boca longo.
Nota: 16,25
Queria desde já agradecer à Sogevinus por ter proporcionado esta magnifica prova, com vinhos magnificos, excelente companhia e convivio entre todos, fomos muito bem recebidos, com um excelente almoço e uma visita que adorei. Obrigado por tudo.




KOPKE WHITE 40 YEARS OLD
Aspecto limpido, de uma cor dourada, no nariz destaca-se casca de laranja e frutos secos. Na boca, muito boa acidez, muito boa estrutura, especiado e muito fresco. Final de boca longo e de uma intensidade impressionante.
Nota: 18,5
CÁLEM COLHEITA 1961
Aspecto limpido e de cor aloirada. No nariz, mais trabalhado por ser cascas tintas, tabaco em evidência, mel e especiado. Na boca, doce, gordo, alcool em armonia, boa acidez e de intensidade persistente com final de boca longo.
Nota: 18,75
BURMESTER COLHEITA 1960
Aspecto limpido e de cor castanho claro esverdeado. No nariz, complexo, especiado, caramelo e com madeira seca tostada, que me agradou muito. Na boca, boa acidez, equilibrado e bem casado, de intensidade persistente e de final de boca suave e longo. A minha escolha.
Nota: 19,25
BARROS COLHEITA 1950
Aspecto limpido e de cor castanha. No nariz, intenso, frutos secos e especiado, com algum mel. Na boca, com bastante corpo, a encher bem a boca, especiado e de final longo.
Nota: 18,75
BURMESTER COLHEITA 1940
Aspecto limpido e de cor âmbar. No nariz, poderoso, iodo, especiado e café a combinarem na perfeição. Na boca, sedoso, belissima acidez, muito complexo e de final de boca muito longo.
Nota: 19
KOPKE COLHEITA 1937
Aspecto limpido com cor castanho esverdeado. No nariz, complexo, madeira verde, figos e amêndoa. Na boca, boa acidez, muito equilibrado, untuoso e muito suave, com um final de boca longo e prazeroso.
Nota: 18,5
BARROS COLHEITA WHITE 1935
Aspecto limpido e de cor amarelo escuro. Nariz complexo, frutos secos, especiado e mel. Na boca, intenso, encorpado, suave, excelente acidez, com um travo amargo/seco que adorei. O final é persistente e mostra bem que um Porto Branco tem que se lhe diga.
Nota: 18,5
BURMESTER COLHEITA 1900
Magnifico. Aspecto limpido e de cor castanho com nuances esverdeadas. No nariz, intenso, frutos secos, floral, madeira suave de excelência. Na boca, poderoso, acidez brilhante, mel de urze, fruta passa, sedoso com uma intensidade persistente e de final de boca longuissimo. Como disse Pedro Sá, uma experiência inesquecível.
Nota: 20





Depois desta prova de sonho, depois de uma boa conversa e convivio, fomos almoçar no espaço da Cálem. Um espeço com uma vista deslumbrante, pertissimo da Ponte D. Luís. A ver os barcos a passar e o elevador do outro lado a levar as pessoas no meio do bairro em rampa ingreme, numa simplicidade agradável e descontraida. No almoço provámos 3 vinhos de mesa.


CURVA RESERVA BRANCO 2009
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor amarelo pálido. No nariz, limpo, Fernão Pires em evidência. Frutos tropicais, mineral. Na boca, seco, boa acidez, fruta madura, intensidade média e de final de boca curto. Um vinho que para mim, falta-lhe ter um final mais longo.
Nota: 15,75
KOPKE DOC DOURO TINTO 2008
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor violeta escura. No nariz, limpo, intenso, caramelo, floral. Na boca, seco, corpo médio, frutado, especiado, taninos suaves, com intensidade médio e de final de boca longo. Gostei bastante.
Nota: 16,5
CASA BURMESTER RESERVA TINTO 2008
Aspecto limpido e de cor violeta carregada. No nariz, fechado, mas a sair uma fruta compotada, floral, madeira escondida. Na boca, seco, encorpado, frutado, especiado, intensidade média e de final de boca longo.
Nota: 16,25
Queria desde já agradecer à Sogevinus por ter proporcionado esta magnifica prova, com vinhos magnificos, excelente companhia e convivio entre todos, fomos muito bem recebidos, com um excelente almoço e uma visita que adorei. Obrigado por tudo.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
ACOMPANHAMENTO DO JANTAR E ALMOÇO DE NATAL
Mais um Natal passou, com saúde, e tudo o que achamos que nos faz feliz neste dia. Para mim, familia e bom convivio. Ao jantar, o bacalhau e o polvo com os respectivos acompanhamentos, e ao almoço do dia seguinte, o belo do perú recheado. Claro que se abriu uns vinhos para acompanhar a comida, para nos acompanhar numas boas conversas, e tudo o que viesse. O Natal foi em casa de familiares, e as escolhas vinicas foram do meu cunhado. Boas escolhas.
Para começar, um Quinta da Alorna Abafado 5 Anos.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor ambar. No nariz, limpo, jovem, intensidade médio , amendoa e figo, com algum pessego bem maduro. Na boca, mostrou-se ainda mais. Doce, baixa acidez, encorpado, amendoa e mel em destaque, mas sem ser enjoativo. Um bom licoroso à qual fiquei fã.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor ambar. No nariz, limpo, jovem, intensidade médio , amendoa e figo, com algum pessego bem maduro. Na boca, mostrou-se ainda mais. Doce, baixa acidez, encorpado, amendoa e mel em destaque, mas sem ser enjoativo. Um bom licoroso à qual fiquei fã.
Depois ao jantar, a companhia foi Quinta da Pedra Alta Touriga Nacional 2007.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor vermelho violeta. No nariz, limpo, jovem e de intensidade média. Frutos vermelhos, floral, um pouco especiado, e algum caramelo suave. Na boca, seco, corpo médio +, especiado, taninos suaves, intenso e de final de boca longo. Um bom Touriga Nacional, bem trabalhado e com potencial de guarda.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor vermelho violeta. No nariz, limpo, jovem e de intensidade média. Frutos vermelhos, floral, um pouco especiado, e algum caramelo suave. Na boca, seco, corpo médio +, especiado, taninos suaves, intenso e de final de boca longo. Um bom Touriga Nacional, bem trabalhado e com potencial de guarda.
Foto tirada do blogue Comer, Beber e Lazer No final, um Moscatel Roxo da Casa Agricola Horácio Simões.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor castanho. No nariz, limpido, desenvolvido e de intensidade pronunciado, flor de laranjeira, figos e mel. Na boca, doce, encorpado, acidez baixa, intensidade média e de final de boca longo. Excelente qualidade.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor castanho. No nariz, limpido, desenvolvido e de intensidade pronunciado, flor de laranjeira, figos e mel. Na boca, doce, encorpado, acidez baixa, intensidade média e de final de boca longo. Excelente qualidade.
Ainda se abriu um Niepoort LBV 2005.
Aspecto opaco, lágrima persistente e com cor vermelho violeta escuro. No nariz, limpo, jovem, de intensidade média. Fruta em compota, ameixa e cereja, amêndoa, noz. Na boca, doce, encorpado, meloso, mais fruta madura, de intensidade média e de final de boca longo. Um bom LBV.
Aspecto opaco, lágrima persistente e com cor vermelho violeta escuro. No nariz, limpo, jovem, de intensidade média. Fruta em compota, ameixa e cereja, amêndoa, noz. Na boca, doce, encorpado, meloso, mais fruta madura, de intensidade média e de final de boca longo. Um bom LBV.
No dia seguinte, a acompanhar o almoço, o Manta Preta Reserva 2005.
Um vinho que não vingou à mesa. Esperava muito mais deste Touriga Nacional com Tinta Roriz, mas foi desilusão. Aspecto limpido, lágrima média e de cor vermelho acastanhado. No nariz, limpo, desenvolvido e de intensidade suave. Pouca fruta, má casamento entre as castas e a madeira, com nuances de frutos do bosque, framboesa e amoras. Um pouco vegetal, espargos, madeira suave. Na boca, seco, baixa acidez, corpo suave, taninos suaves, intensidade suave e de final de boca médio -. Este vinho para mim estava numa transição, em que, ao abri-lo, revelou-se fraco, diferente e a caminhar para má saude.

Um vinho que não vingou à mesa. Esperava muito mais deste Touriga Nacional com Tinta Roriz, mas foi desilusão. Aspecto limpido, lágrima média e de cor vermelho acastanhado. No nariz, limpo, desenvolvido e de intensidade suave. Pouca fruta, má casamento entre as castas e a madeira, com nuances de frutos do bosque, framboesa e amoras. Um pouco vegetal, espargos, madeira suave. Na boca, seco, baixa acidez, corpo suave, taninos suaves, intensidade suave e de final de boca médio -. Este vinho para mim estava numa transição, em que, ao abri-lo, revelou-se fraco, diferente e a caminhar para má saude.
De seguida, o Reserva Pessoal 2006 da Quinta da Pedra Alta.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor violeta carregado. No nariz, limpo, desenvolvido, intensidade média, com frutos do bosque. Na boca, seco, corpo médio, frutado, taninos suaves, de intensidade média e de final de boca longo. Bom tinto.

Para acabar, o colheita tardia da Quinta da Sequeira 2008.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor dourado. No nariz, limpo, jovem, de intensidade média+, alperce e figo. Na boca, meio doce, acidez baixa, meloso, frutado, intensidade média e de final de boca longo. Muito bom.
Foram as escolhas para este Natal, e que aconselho.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor violeta carregado. No nariz, limpo, desenvolvido, intensidade média, com frutos do bosque. Na boca, seco, corpo médio, frutado, taninos suaves, de intensidade média e de final de boca longo. Bom tinto.
Para acabar, o colheita tardia da Quinta da Sequeira 2008.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor dourado. No nariz, limpo, jovem, de intensidade média+, alperce e figo. Na boca, meio doce, acidez baixa, meloso, frutado, intensidade média e de final de boca longo. Muito bom.
Foram as escolhas para este Natal, e que aconselho.
Notas:
Quinta da Alorna Abafado 5 Anos - 16
Quinta da Pedra Alta Touriga Naqcional 2007 - 16,75
Moscatel Roxo da Casa Agricola Horácio Simões - 16,5
Niepoort LBV 2005 - 16
Manta Preta Reserva 2005 - 14,25
Reserva Pessoal 2006 da Quinta da Pedra Alta - 17
Quinta da Sequeira 2008 Colheita Tardia - 16,75
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
DOW´S LBV 2005
Com um aspecto opaco, lágrima persistente e de cor ruby. No nariz, limpo, jovem, de intensidade média. Frutos vermelhos, groselhas e cerejas, especiado, pimenta a sobressair. Na boca, meio doce, encorpado, frutado, alcool médio, intenso e de final de boca longo. Qualidade excelente a um preço bastante atractivo. Mais um bom Porto desta casa, que aposta muito em vinhos mais secos, gastronómicos. Este é daqueles que com uma sobremesa doce, não se deixa apagar devido à sua secura, não exagerada, mas no ponto.
Nota: 17,25
Rótulo: Muita informação junta, mas com jogo de cor agradável. - Bom
Preço: 12€
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
TAYLOR´S TAWNY 10 ANOS
Um vinho limpido, com lágrima persistente e com uma cor castanho alaranjado. Nos aromas, sobressaia madeira de carvalho, flor de laranjeira e algumas notas de chocolate. Já na boca, muito aveludado, suave, fruta madura, compotado e de final longo e persistente a deixar ligeiramente sabor a amêndoa. Um vinho que me agradou bastante e que pelo preço que anda nos supermercados, é um excelente vinho para se consumir no dia a dia. Adorei. Obrigado Ana.
Nota: 18
Rótulo: Histórico, atraente e eficaz: Excelente
Preço: 17€ aprox.
terça-feira, 6 de julho de 2010
MARTHAS PORTO TAWNY COLECÇÃO GRAVURAS DO DOURO
Este vinho estagiou em barricas de carvalho francês, recebendo uma oxidação lenta e controlada, típica dos tawny. Devido ao equilíbrio entre jovem idade e envelhecimento em madeira, torna-o um vinho versátil e capaz de agradar a um grande espectro de consumidores.
Com uma cor ligeiramente acastanhado, aromas doces como compotas e ameixa. Algumas notas de frutos secos como avelã e figo. Na boca é bem equilibrado, harmonioso, final longo e persistente. Bom equilíbrio doçura / acidez. Bem casado com a madeira. Um tawny agradável, com uma garrafa interessante, com design.
Nota: 15,5
Preço: ?
quinta-feira, 20 de maio de 2010
SANDEMAN PORTO APITIV BRANCO
Quando visitei uma das Quintas da Sandeman, deram-me a provar este Porto Branco, ao que comprei uma garrafa.
Com uma cor palha, o seu aroma dá sinais de fruto seco, talvez nozes e passas, e é um pouco floral. Doce, aveludado, um pouco seco mas longo. Lima a notar-se.
Um vinho que por indicação do produtor, deve beber-se bem fresco ou com água tónica. Eu ponho duas pedras de gelo e quando tenho, lima e uma folha de hortelã. Muito bom para dias de calor.
Nota:16
Preço: 15€
sexta-feira, 7 de maio de 2010
NIEPOORT RUBY DUM
" Dos gémeos da NiePOoRTland, embora semelhantes no aspecto exterior, e com o tempo, o Ruby Dum mantém a sua juventude, o seu estilo, dominado por cerejas vermelhas e ameixas, com grande frescura que advém do envelhecimentoem depósitos de madeira de grandes dimensões, nas nossas caves em Vila Nova de Gaia. Um Porto expressivo, com carácter, inspirado nos famosos gémeos Tweedle da Alice no País das Maravilhas!"
Este vinho foi-me oferecido por uma amiga e sabia das potencialidades da Niepoort, mas não estava á espera de um vinho tão equilibrado, sendo ele tão jovem.
Com uma cor vermelha muito carregada e densa, é no seu aroma que ganha poder. Muito frutado, ameixa preta e cereja vermelha, com uma madeira potente.
Quando passamos á boca, mostra-se muito fresco e bastante equilibrado. Mais fruta, licoroso, traços de cereja e canela.
Com as castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinto Cão, Tinta Francisca, Tinta
Amarela, Sousão, Tinta Roriz e outras, é um vinho muito bem feito e jovem para quantidade de castas que tem. Aconselho vivamente a quem quiser ter um Porto em casa.
Nota: 17,5
Preço:?
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