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sábado, 20 de fevereiro de 2016

DOMINÓS 2011 by VITOR CLARO



Estes vinhos são da autoria do Chefe Vítor Claro. O Salão de Frio é um tinto com 80% Touriga Francesa e 20% de outras, entre as quais alguma uva branca. Com uma cor vermelho bem aberta e límpida, nariz com aroma frutado mas sem ser excessivo, com notas de morango e flores. Na boca é um vinho de médio corpo, muito elegante e extremamente equilibrado entre acidez e fruta, tendo uma intensidade média e final médio. Um vinho apostado a estar à mesa a acompanhar variados pratos, devido à sua leveza e elegância.

Quanto ao Monte das Pratas, é um branco único composto por uma variedade de castas nada habituais, mas que o torna um vinho cheio de carácter. No seu blend encontram-se o Alicante Branco (Palomino Fino) e Pérola, além de quatro variedades diferentes de Arinto e outras tantas de Moscatel, Fernão Pires e Rabo de Ovelha. Com uma cor amarelo pálido, no nariz mostra-se bastante rico, com notas de fruta madura, cítricas, flores brancas, ligeira casca de laranja. Na boca mostra-se elegante, corpo mediano, acidez certa, boa intensidade e final médio.

Dois vinhos diferentes, em que a maioria do consumidor talvez não achasse graça, mas feitos na perfeição para ir para a mesa, acompanhar comida e serem bebidos até à última gota sem darmos por isso. Gostei bastante.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

ESPORÃO RESERVA BRANCO 2014


Um dos grandes produtores do Alentejo e um dos mais conhecidos é sem dúvida alguma a Esporão. Uma empresa com um leque de produtos variados, onde se destaca os vinhos. Entre muitas referências, eis o Esporão Reserva Branco 2014. Um dos vinhos que mais gosto deste produtor, sem desvalorizar os restantes. Um vinho muito bem feito, para agradar à maioria dos mortais. O seu estágio em madeira de carvalho francês e carvalho americano, dão-lhe elegância, estrutura, corpo, que agrada bastante, e uma acidez não muito exagerada mas o bastante para se ter um vinho muito equilibrado. Sempre com rótulos artísticos, é uma referência que tenho sempre em mente quando se aproxima o Outono e Inverno. Aroma exuberante, atraente, na boca fruta, volumoso, boa acidez, finalizando com intensidade e prolongado. Boa relação qualidade/ preço. 

segunda-feira, 30 de março de 2015

POUCA ROUPA by JOÃO PORTUGAL RAMOS

Uma coisa que muita gente está à espera, é que venha o calor, o Verão, precisamente para poderem andar com pouca roupa. Estes vinhos são o recente lançamento de João Portugal Ramos, e é a primeira vez que o produtor faz um lançamento de um vinho desta gama, pois até agora só os topos de gama e reservas tinham esse tratamento.

Estes vinhos seguramente vão surpreender pela positiva. Vinhos com frescura, nada pesados, vinhos muito eequilibrados, onde a fruta, acidez  e alcool  são bem trabalhados para dar ao cliente um produto final muito interessante. Gostei dos 3 vinhos, mas o branco deixou-me bastante satisfeito. O Pouca Roupa Tinto é feito com as castas Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Alfrocheiro, o Pouca Roupa Branco 2014 com as castas Verdelho, Sauvignon Blanc e Viosinho, e o Rosé Pouca Roupa 2014 é feito com Aragonez, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon. Estes são os primeiros vinhos de João Portugal Ramos e seu filho João Maria, que teve um papel muito importante, pois é ele que seguiu todo o processo e vai continuar a desenvolvê-lo. Vinhos jovens, fáceis, para estar à conversa com amigos ou um simples jantar descontraído. Sempre com Pouca Roupa.  

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

MARQUÊS DE BORBA BRANCO 2013

" Este Alentejo tão nobre
Com verdade alguém o disse
Seria muito mais pobre
Se Borba não existisse"

É claro que se este vinho não existisse, haveriam outros no lugar dele, mas não era a mesma coisa. Está no mercado à muitos anos, e cada ano passado satisfaz sempre, seja tinto ou branco.
Este é o branco, 2013, e está no ponto. Parece que ainda vamos ter calor neste Outubro menino, e para acompanhar uma boa salada com carne ou peixe grelhado, ainda vai acompanhar na perfeição. Frutado, boa mineralidade, acidez presente e capaz de limpar o palato de pratos mais gordurosos. Um branco que gosto.



Região: Alentejo
Castas: Arinto, Antão Vaz e Viognier
Tipo: Branco
Álcool: 12,5%
Produtor: João Portugal Ramos

Nota Pessoal: 16
Preço: 5€ no Continente

terça-feira, 6 de maio de 2014

HERDADE DA CALADA, VISITA

A Herdade da Calada fica a pouco menos de 1 hora de Lisboa, no Distrito de Évora, mais propriamente em Estremoz. Herdade de uma beleza envolvente, rodeada de eucaliptos e sobreiros, com 35 hectares de vinha, 110 hectares de olival, 60 de cereais, 215 de montado, uma barragem e várias pequenas represas de água. Produz vinho, azeite, cereais, tem gado e quem quiser passar lá uma noite ou várias, tem também uma unidade de enoturismo.



 Eduardo Cardeal, director e enólogo da Herdade da Calada

Eduardo Cardeal estava à nossa espera num dos pontos mais altos da herdade, onde pudemos provar os brancos e rosés, acompanhados do azeite, pão, azeitonas e queijos.






 O almoço foi umas boas migas de espargos selvagens com carne de porco, provar alguns dos tintos e por fim o licoroso feito a partir da casta moscatel, diferente mas muito agradável.







VALE DA CALADA 2013 BRANCO

Excelente acidez, alguma fruta presente, muito vegetal.
Nota: 14,5

PVP 4,80€


VALE DA CALADA 2013 ROSÉ
Bons aromas a fruta vermelha, algum fumo. Acidez, frescura e um ligeiro adocicado no final.
Nota: 14,5
PVP 4,50€

CALADESSA ESCOLHA 2013 BRANCO
Muito aromático, com citrinos em destaque. Boa acidez, excelente frescura.
Nota: 16,5

PVP 6,90€

BARÃO DE B RESERVA 2012 BRANCO
Notas de madeira, especiado, manga e papaia ligeira. Na boca é cheio, boa estrutura, madeira e alcool presente, com acidez media/alta, intenso e final médio.
Nota: 16
PVP 14€

CALADESSA ESCOLHA 2012 TINTO
Aromas suaves, frutado, ligeira madeira. Boa acidez e com final médio.
Nota: 16,5
PVP 9,50€

HERDADE DA CALADA TN/SYRAH 2010 TINTO
Floral, frutos negros bem presentes, potente, encorpado. Excelente equilibrio.
Nota: 16,5
PVP 12€

BLOCK N. 3 2012 TINTO
Um vinho poderoso, com fruta preta bem presente. Encorpado, boa frescura, excelente equilibrio. Muito intenso e grande final de boca.
Nota: 16
PVP 30€

CLEMENTE DE B LICOROSO
Um licoroso diferente feito de moscatel. Laranja cristalizada, frutos secos, com uma acidez vibrante. Intensidade média e final médio.
Nota: 15
PVP 7€



sábado, 22 de março de 2014

VILA SANTA RESERVA BRANCO 2012

Vila Santa Reserva dispensa apresentações. Um dos vinhos alentejanos mais conhecidos de João Portugal Ramos, é com toda a certeza uma boa compra, ano após ano. Este branco 2012 dá-nos segurança na compra, prazer a beber e vontade de comprar mais. É um vinho que está perfeito para beber, mas quem quiser comprar para guarda dois ou três anos não se vai arrepender, pois mostra boas caracteristicas para uma boa evolução. Um vinho com aromas citricos e algum tropical, e na boca com boa frescura, boa mineralidade e um pouco complexo, o que dá ainda mais interesse em estar de roda dele. A qualidade para o preço é sem dúvida uma aposta acertada.

Região: Alentejo
Castas: Arinto, Alvarinho e Sauvignon Blanc
Tipo:Vinho branco
Álcool: 13,5%
Produtor: João Portugal Ramos Vinhos, SA
Enólogo: João Portugal Ramos

Nota Pessoal: 16,5
Preço: 9.99€ nos supermercados Continente

quarta-feira, 12 de junho de 2013

HERDADE DO PERDIGÃO RESERVA BRANCO 2010

Sou um grande fã dos tintos deste produtor. Muita qualidade a bons preços fazem deste produtor alentejano uma das minhas primeiras escolhas, pois gosto do perfil dos seus vinhos. Quanto a este branco, não morri de amores. Um vinho da casta Antão Vaz, com uma cor amarelo dourado, límpido, bonito. No nariz, notas tropicais, ligeiro citrico, com pêssegos e tangerinas a destacarem-se, ligeiramente doce, com madeira presente, especiado. Na boca é que desiludiu. Seco, madeira a sentir-se em demasia, em conjunto com uma acidez média/ baixa, falta de fruta, encorpado, baunilha a dar um toque adocicado no final. 

Para mim falta acidez, falta fruta para conseguirem dar conta da madeira excessiva que apresenta. Provavelmente está numa fase má.

Região: Alentejo
Castas: Antão Vaz
Tipo: Branco
Álcool: 14%
Produtor: Herdade do Perdigão
 Nota Pessoal: 15,5
Preço: 12€

sexta-feira, 24 de maio de 2013

HERDADE DE TORAIS, VISITA


   Foi no dia 6 de Abril que fui até ao Alentejo, Montemor-o-Novo, onde está situada a Herdade de Torais. Fernando Pedro Pereira Coutinho é produtor de vinhos mas também tem exploração de cereais, pastagens e gado bovino. Mas foram os vinhos que me levaram até estas terras maravilhosas. A herdade tem cerca de 200 héctares, mas em vinha são somente 20 héctares que tem em produção, escolhendo cerca de 10% para fazer os vinhos da Herdade de Torais, vendendo a restante uva. A herdade não tem adega própria, recorrendo a uma adega que aluga para fazer os vinhos e deixar a estagiar.






   Os vinhos já estavam à nossa espera, e, antes de almoçar um maravilhoso cozido à portuguesa, provámos os brancos e um rosé. Herdade de Torais Branco 2012, está prontinho para sair para o mercado mas ainda à espera do melhor momento. Ainda muito jovem, frutado, cítrico, muito vegetal e a deixar ligeiro amargo no final, com a madeira ainda a moldar-se, boa acidez, complexo e encorpado. Seguiu-se o Herdade de Torais Branco 2011. Excelente evolução. Boas notas de fruta madura, mais suave que o 2012, boa complexidade, acidez alta, fresco, bom corpo, com baunilha ligeira e toque de manteiga. Intenso e de final médio. Está no ponto. Provámos um Rosé 2012, que não está nem vai para venda, somente para consumo do proprietário, na qual tenho pena, pois gostei bastante. Framboesas, ligeiro doce mas sem chatear, frescura, boa acidez e toque floral. Feito com Syrah e Touriga Nacional. 



 Os vinhos foram acompanhados de queijos e enchidos da zona.



Seguiu-se o almoço, onde pudemos provar o Herdade de Torais Tinto 2008 que acabou de sair para o mercado. Fruta madura com ameixa passa, ligeiro chocolate. Frutado, acidez alta, frescura, encorpado, complexo e com final longo. Por gentileza do proprietário, seguiu-se o Torais Tinto 2004, Torais Tinto 2005 e para finalizar o Torais Reserva 2007. O primeiro, mostrou-se cheio de vida, com notas de cacau, ligeiro balsâmico, fruta passa, compota, com boa acidez, frescura e alguma evolução. O 2005 mostrou muita frescura, mais frutado, chocolate e notas de café, com ligeira adstringência no final. Bom corpo, intenso e final longo. E por fim, o Reserva 2007, muito vibrante, fruta bem presente, muito seco, complexo, intenso, músculado. Dos tintos, o 2005 está perfeito, é pena já não haver para comprar.



 Depois do almoço, um passeio pela herdade de trator, com uns belos bancos de palha. Ou se está no campo ou não se está. Uma visita guiada pelas vinhas, e por toda a herdade. Soube bem e a vista era linda.











 Mais umas explicações do Dr. Fernando Pedro Pereira Coutinho

E final da visita. Podem encontrar este vinhos à venda em garrafeiras, no El Corte Inglês e alguns restaurantes.

Herdade de Torais Branco 2012
Nota: 15
Preço: ainda não se encontra no mercado

Herdade de Torais Branco 2011
Nota: 16
Preço: a rondar os 9€

Herdade de Torais Tinto 2008
Nota: 15
Preço: a rondar os 9€

Herdade de Torais Reserva Tinto 2007
Nota: 16,5
Preço: a rondar os 24€

Herdade de Torais Tinto 2004
Nota: 16,5

Herdade de Torais Tinto 2005
Nota: 17,5

terça-feira, 30 de outubro de 2012

VILA SANTA RESERVA 2011

João Portugal Ramos lançou este ano este reserva. Ainda não tinha tido oportunidade de provar um Vila Santa branco, ao qual me agradou imenso. Feito com as castas Arinto, Alvarinho e Sauvignon Blanc, este alentejano tem potencial. 

No nariz é namoradeiro, a mostrar notas citricas do Arinto e toques vegetais e minerais do Sauvignon Blanc, ligeiro adocicado, especiarias, nozes e floral, com cidreira em destaque vindo da frescura do Alvarinho. Na boca, seco, acidez alta, fruta madura, frescura, com corpo médio. Para o final ficamos com alguma intensidade e final de boca médio.
É capaz de ser interessante daqui a dois ou mais anos ver a evolução que irá ter.

Gostei deste magano.







Região: Alentejo
Castas: Arinto, Alvarinho e Sauvignon Blanc
Tipo: Branco
Álcool: 13,5%
Produtor: João Portugal Ramos Vinhos SA

Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 10€ em garrafeiras e supermercados

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CERRO DAS PEDRAS BRANCO 2011

Um vinho branco feito com a casta Moscatel Graúdo, pelo produtor Casa Agrícola Santos Jorge, Moura, Alentejo. Este produtor tem-me surpreendido nos vinhos tintos com vinhos de entrada de gama até aos reservas, todos com muita garra e qualidade. Já nas castas brancas existe uma onda, uns agradam mais outros menos, e é assim mesmo que tem que ser, senão havia muito mais gente a não gostar de vinho devido a haver só para uns gostos. 

Este Colheita Seleccionada de Moscatel Graúdo mostrou-se com uma cor amarelo pálido e límpido. Forte nos aromas, bastante floral, com laranja e algum limão e ligeiro adocicado. Na boca, seco, vegetal, algum herbáceo, boa acidez, com frescura e curto. Totalmente o oposto de nariz com a boca, mas mesmo assim a ser uma boa opção para este Verão se servido bem fresquinho. Bom para acompanhar pratos de peixe grelhado.





Região: Alentejo
Castas: Moscatel Graúdo
Tipo: Branco
Álcool: 13%
Produtor: Casa Agrícola Santos Jorge
Enólogo: João Melícias Duarte

Nota Pessoal: 14
Preço:

quarta-feira, 30 de maio de 2012

MORGADO DA CANITA BRANCO 2011

O novíssimo branco de entrada da Herdade dos Machados já está no mercado. Um vinho um pouco diferente do habitual, mas que me deu imenso prazer.

Amarelo pálido e límpido.

No nariz sobressai notas de lima, um toque de banana e espargos.

Boca seca, baixa acidez, corpo médio, fruta madura, intensidade média, final ligeiramente amargo, vegetal, final médio.

Um bom vinho para acompanhar um bom peixe grelhado.













Região: Alentejo
Castas: Antão Vaz, Arinto, Perrum e Roupeiro
Tipo: Branco
Álcool: 13%
Produtor: Casa Agrícola Santos Jorge
Enólogo: João Melícias Duarte

Nota Pessoal: 14,5
Preço: 3,99€ no Continente

terça-feira, 22 de maio de 2012

PÊRA MANCA BRANCO 2008

Ui, Pera Manca. Este nome mítico do Alentejo. Este não é o famoso tinto que tantos conhecem, mas é um excelente vinho branco feito com Antão Vaz e Arinto. Um vinho que tem qualidade, bem feito,  mas pelo preço encontram tão bom ou melhor com valores mais baixos. Mas não deixa de ser um vinho de continência. Sentido.

Aspecto límpido e de cor amarelo palha.

No nariz, limpo, com notas de fruta madura, ligeiro limão, casca de tangerina e alguma mineralidade. Mostrou-se um pouco envergonhado.

Na boca, seco, acidez média, frutado, bom casamento entre a fruta e a acidez presente, manteiga, encorpado,  madeira muito ao de cima, estragando um pouco o conjunto, boa intensidade e de final de boca longo.
Bom vinho, mas esperava mais.







Região: Alentejo
Castas: Antão Vaz e Arinto
Tipo: Branco
Álcool: 13,5%
Produtor: Cartuxa

Nota Pessoal: 16
Preço: 20€

sábado, 19 de maio de 2012

LOIOS BRANCO 2011

Chegou ao mercado o novo branco de João Portugal Ramos. Um vinho de entrada de gama, que se pode encontrar em qualquer prateleira de supermercado a um preço justo. E com uma imagem renovada, muito mais atraente e directa.

Aspecto límpido, de cor amarelo pálido com rebordo esverdeado.

Nariz com limão e maçã verde, não muito intenso.

Na boca, seco, acidez alta, muita lima e final curto.

Um vinho com boa frescura, honesto, com uma boa qualidade/ preço e uma excelente escolha para o Verão.







Região:  Alentejo
Castas: Arinto, Rabo de Ovelha e Roupeiro
Tipo: Branco
Álcool: 12,5%
Produtor: João Portugal Ramos

Nota Pessoal: 14
Preço: 3€ nos supermercados

domingo, 6 de maio de 2012

QUINTA DO QUETZAL RESERVA 2010

Este é o novo branco reserva da Quinta do Quetzal.  O topo de gana da casa, com a casta Antão Vaz a solo, estagiando em barricas de carvalho francês e americano durante 8 meses. Um vinho que achei de grande qualidade, e com mais uns meses de garrafa fica no ponto. Na boca muito equilíbrio.

Aspecto límpido, de cor amarelo citrino e de lágrima presente.

No nariz, limpo, jovem, madeira presente, tropical com maracujá a destacar-se, especiarias, ligeira baunilha.

Na boca, seco, acidez média, bom corpo a preencher bem a boca, frutado, com os tropicais presentes, especiado, macio, boa complexidade, intensidade média e de final de boca médio. Um excelente Antão Vaz. Recomendo.




Região: Alentejo
Castas: Antão Vaz
Tipo: Branco
Álcool: 13,5%
Produtor: Quinta do Quetzal
Enólogo: Rui Reguinga e José Portela

Nota Pessoal: 16
Preço:

terça-feira, 3 de abril de 2012

GUADALUPE SELECTION BRANCO 2010

Este vinho vem do Alentejo, mais propriamente da Quinta do Quetzal, na Vidigueira. Um branco de 2010 feito com Antão Vaz pela mão de Rui Reguinga. Com estágio em inox e engarrafado 6 meses depois, é um vinho jovem, fácil e um vinho para uma boa companhia à beira da piscina, ou como aperitivo.

Aspecto límpido, de cor citrina e de lágrima suave.

No nariz, pouco aromático, fechado. Ao longo do tempo nota-se a fruta, muito fresco, boa mineralidade, limão e maçã bem verde.

Na boca, seco, acidez presente e alta, juntando-se bem com a fruta, mineral, fresco, de intensidade suave e de final de boca curto.

Para mim, a única coisa a apontar é o preço, que acho um pouco elevado.





Nota: 14,5
Preço: 7€
Produtor: Quinta do Quetzal
Enólogo: Rui Reguinga

sábado, 25 de fevereiro de 2012

CARIZMA BRANCO 2010

Hoje, sábado, ao almoço foram Carapaus com Molho à Espanhola e salada, e a escolha para acompanhar este maravilhoso almoço que eu adoro, num dia de Inverno mas que cheira a Primavera, foi este vinho branco de Vendas Novas. Feito de Roupeiro e Antão Vaz, este vinho foi uma escolha certa para o menú. Com estágio em inox de 6 meses e mais 3 em garrafa, este alentejano está no ponto. Aspecto cítrico, com cor amarelo pálido e límpido. As notas que alcançam o nariz são as frutas tropicais, tendo uma boa intensidade aromática que cativa a cada cheirada que fazemos. Na boca é seco, com uma acidez fantástica, fruta madura e tropical a confirmar os aromas, fresco e muito equilibrado. Final de boca curto, boa qualidade e com uns simples 12%. Adorei antes do almoço, e achei-o simplesmente à altura do almoço. Em relação ao seu preço,muito bom.


Nota: sem comida 14,5
Nota: com comida 15
Preço: 1,99€ no Pingo Doce
Produtor: Herdade da Ajuda
Enólogo: António Ventura

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

10 GULDEN VIOGNIER 2010

No fim de semana passado, a convite de uma amiga, fui para terras alentejanas fazer uma caminhada na Aldeia da Serra, Redondo. No final da caminhada tínhamos prova de vinhos da Herdade da Maroteira e almoço organizado por ela. São alguns vinhos, e vou colocando aqui a prova dos mesmos por ordem de prova.

10 Gulden foi criado em homenagem ao avô da mãe de Philip Mollet, actual proprietário da Herdade da Maroteira, que era Ministro das Finanças na Holanda. O rótulo também foi criado apartir de uma nota que o Ministro lançou para conseguir sair da falência do País. Vamos ao vinho, que a história da Maroteira fica para outro capítulo.

Vinho de entrada de gama, feito com Viognier, casta branca predominante na herdade devido a querer ser um produtor diferente e apostar numa casta pouco utilizada em Portugal, tendo somente estágio em inox. Límpido, lágrima presente e com uma cor amarelo pálido, muito pálido mesmo. No nariz limpo, jovem e suave. Aromas cítricos e tropicais, com maior destaque para toranja e maracujá, ligeiro floral, mas tudo muito suave. Na boca, seco, com uma acidez presente e média/ alta, corpo médio, frutado e com alguma especiaria. A mostrar-se muito mais em boca de que em nariz. Intensidade média, final de boca médio, com uma complexidade média e de qualidade boa. Uma aposta segura.


Nota: 14,5
Preço: 6€ a 8€
Produtor: Herdade da Maroteira
Enólogo: António Maçanita

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

ESPORÃO RESERVA BRANCO 2009

Foi para um jantar de amigos, juntamente com outros vinhos, que escolhi este branco. Excelente imagem e sem medos, pois acho que já é a segunda ou terceira vez que alteram a imagem, mas como o nome está lá, é garantido. Um vinho de cor amarelo palha, lágrima persistente a escorrer no copo. Dando umas voltas ao copo, siga para o nariz. Pêssegos e maçãs verdes, com ligeira tosta, caramelo suave. Passando para a boca, untuoso, fruta bem equilibrada com a madeira, acidez média e alguma manteiga. Um vinho fácil, muito bem feito e com um preço justo. Achei-o muito gastronómico e é um vinho que aconselho.








Nota: 17
Preço: 9,90€ nos supermercados
Produtor: Herdade do Esporão

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ROVISCO GARCIA BRANCO 2010

Rovisco Garcia é um produtor de vinhos alentejano, mais propriamente em Avis, Alto Alentejo. À várias gerações dedicados à agricultura, este produtor apostou também na viticultura. Este branco, de 2010, foi engarrafado em Junho deste ano, foi feito com Arinto e Antão Vaz, sendo produzido apenas 4000 garrafas. De cor citrina, tem no nariz fruta madura, citrino, fresco e equilibrado e mineral. Seco na boca, untuoso, frescura, acidez média bem conjugada com a fruta, de intensidade média e de final médio/ longo. Um vinho muito agradável e de boa qualidade.








Nota: 15,5
Preço:
Produtor: Rovisco Garcia
Enólogo: Luís Louro

segunda-feira, 11 de julho de 2011

HERDADE DE SÃO MIGUEL COLHEITA SELECCIONADA 2010

Mais um vinho da Casa Alexandre Realvas, Herdade de São Miguel, Alentejo. Este vinho branco de 2010, acabado de sair para o mercado foi elaborado com as castas Antão Vaz, Verdelho e Viognier. No seu aspecto, limpido, lágrima pouco persistente, pois só tem 12,5% de alcool, e de cor amarelo pálido. No nariz, limpo, jovem e de intensidade média. Nos aromas que lança do copo, frutos tropicais, flores, e um pouco vegetal. Na boca, seco, acidez alta, até acho que muito pronunciada, frutado, fresco, mineral, intensidade média e de final de boca médio. Um vinho agradável, mais no aroma mas com uma boca razoável. Na minha opinião, muita acidez, mas um bom vinho. Bom para acompanhar peixe grelhado.

Nota: 14,75
Preço: cerca de 5€ nos supermercados