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quinta-feira, 28 de maio de 2015

COLINAS RESERVA TINTO 2008



Este é um dos vinhos que gosto bastante. A sua consistência, a sua qualidade e um preço muito justo fazem deste vinho uma excelente relação qualidade/ preço. Neste momento, este 2008 está no ponto. Fruta madura ainda presente, madeira presente mas bem integrada na fruta, não se destacando em demasia, elegante, intenso e com um final bem interessante. São vinhos como este que nos fazem felizes, pois compramos a um bom preço, bebemos e ficamos a pensar que para se ter um vinho de grande qualidade não ficamos com a carteira vazia. Viva a Bairrada que tanto nos dá e não é amada por muitos.

COLINAS RESERVA 2008 | Bairrada | 14% | Tinto
Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Merlot

a rondar os 11€ |  Nota de prova - Muito Bom

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

TERMEÃO PÁSSARO BRANCO TINTO 2008

Bom Ano 2014.
E para começar bem o ano, nada melhor que beber um bom vinho. Este vinho do produtor Campolargo é simplesmente um vinho que nos faz pensar um pouco sobre o preço dos vinhos. Com um preço a rondar os 6€, provamos este vinho e pensamos que andamos aqui a dar mais por um vinho e que nem aos calcanhares deste Bairrada chegam. Cada vez mais os Bairrada me surpreendem, juntamente com os vinhos de Lisboa e do Dão. Vinhos frescos, frutados, equilibrados, gastronómicos sem enjoar. E este é uma excelente escolha.


Região: Bairrada
Castas: Touriga Nacional (85%) e Castelão Nacional (15%)
Tipo: Tinto
Álcool: 13,5%
 Produtor: Campolargo



Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 6€ no El Corte Inglês

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

ENCONTRO COM O VINHO E SABORES, BAIRRADA 2013

 

Foram nos passados dias 13, 14 e 15 de Setenbro, que se realizou o primeiro grande evento na região da Bairrada, com os produtores a juntar-se no velódromo de Sangalhos, com organização da Revista de Vinhos. O espaço foi interessante e havia espaço entre os produtores. Alguns dos produtores organizaram visitas ás suas adegas, e deixo-vos aqui algumas das fotos que tirei. Tive o prazer de visitar a Quinta do Encontro, a Quinta das Bágeiras, as Caves São João e o produtor Luis Pato. Mais para a frente comento alguns dos vinhos que provei e me impressionaram.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

COLINAS DE SÃO LOURENÇO PRINCIPAL RESERVA 2005

OH BAIRRADA, QUE POTÊNCIA.

Este vinho foi provado às cegas. Foi um dos primeiros a ir para a mesa. Por mim ficava logo por ali. Mas existe alguma coisa melhor que podermos ter na mesa um vinho que nos encha as medidas? 

Cor carregada, opaco. No nariz potente, intenso, muita fruta, floral, tudo em grande intensidade. Notas tostadas e algum químico. Na boca novamente a fruta, muita, muito madura, elegante, suave, boa frescura que não se perdeu, intenso, grande complexidade, especiado, com final longo e persistente.

Ora aqui está um vinho que para o preço dá 10 a 0 a muitos do mesmo nível ou superior.

Região: Bairrada
Tipo: Tinto
Produtor: Sociedade Agrícola Colinas de São Lourenço
Nota Pessoal: 18
Preço: a rondar os 20€

terça-feira, 9 de abril de 2013

PROVA DE VINHOS MONTE CASCAS


Foi no passado dia 21 de Março, que fui à prova de vinhos Monte Cascas, no restaurante Avenue, onde também foram lançados os novos vinhos Single Vineyard. O projecto tem a enologia de Hélder e Frederico, ambos apaixonados por vinhos. O conceito é fazerem vinhos de excelência, procurando por todo o território nacional uvas com um carácter próprio de cada região, e conseguirem colocar no mercado vinhos genuínos. A gama é bastante grande. Quanto aos preços dos seus vinhos, já ouvi vários consumidores desabafarem que, principalmente nas gamas mais altas do produtor, serem um pouco elevados. E porquê? Isso deve-se ao preço que pagam pelas uvas, pois são uvas quase únicas e que são pagas a peso de ouro. Juntamente com o estágio, encaresse o produto.

Os vinhos provados foram o Colheita Douro Branco 2012, feito com Códega do Larinho, Gouveio e Rabigato. Seco, frutado, acidez alta, muita frescura, vegetal, boa intensidade. De seguida, o Reserva Regional Minho Branco 2010, feito com Arinto e Alvarinho. Amarelo palha. Aromas citricos mas ligeiros, vegetal. Boca seco, excelente acidez, grande frescura, a notar-se ligeira evolução, intensidade média. Gostei bastante. Seguiu-se o Reserva Alentejano Tinto 2010, feito com Alicante Bouschet, Petit Verdot e Trincadeira. Aroma frutado, onde predominam ameixas passa e amoras negras. Seco, encorpado, frutado, alcool presente, madeira muito bem harmonizada com a fruta. Boa acidez, fresco e intenso, com final longo. Passando ao tinto do Douro, que foi o Reserva Douro Tinto 2010, feito com Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz, mostrou-se com aromas a frutos silvestres, cacao, amoras pretas, compota e alcool presente. Na boca, seco, encorpado, frutado, suave, intenso com final longo e persistente. Excelente Douro este.

Grande Reserva Alentejano Tinto 2009, feito com Alicante Bouschet e Petit Verdot. Aromas intensos, fruta bem madura, chocolate. Na boca, seco, fruta madura, alcool bem presente, madeira ligeira, quente e encorpado. Um vinho também com muita frescura, aliada ao alcool presente, mostra bem o potencial de guarda que tem.


Sempre com boa disposição, a boa conversa e explicação de Hélder e Frederico era contagiante. Ouvi-los mostra a verdadeira paixão com que se dedicam ao projecto e aos vinhos que fazem.

Seguiu-se o Grande Reserva Douro Tinto 2009. Aromas quentes, fruta compotada, especiado. Na boca, seco, suave, bom corpo, fruta madura presente, intenso, frescura, acidez perfeita, longo e persistente.

Passando para a classe dos Single Vineyard, Vinha da Padilha Branco 2009, um vinho do Tejo, feito com Fernão Pires, está fantástico. Aromas ligeiros, com lima e toranja, ligeiro ananás, folha de cidreira. Na boca, seco, acidez média/alta, cítrico, fresco, intenso e longo. Vamos ver até quando conseguem produzir este vinho, pois a qualquer momento o produtor, tal como quase todas as outras vinhas, pode arrancar a vinha ou simplesmente deixar de vender as uvas. Vinha do Vale Douro Tinto 2009, é único. Fizeram este vinho e não vão poder fazer mais ano nenhum, pois o produtor arrancou as vinhas. Porquê? Porque lhe apeteceu, sem nada dizer a nenhum dos enólogos que contavam com estas vinhas magnifícas. Este vinho é feito de vinhas velhas e apresenta-se com notas de cacao, ameixa passa, compota, frutos secos, madeira suave, bem inserida no resto do conjunto. Boca seco, frutado, encorpado, frutos secos em destque, intenso, boa complexidade, longo e persistente. Grande vinho. Agora um Bairrada, Vinha das Cardosas Tinto 2010. Mais uma vinha bem antiga descoberta, esta por uma amiga dos enólogos, que prontamente se puseram a caminho para ver o que por lá vinha. Certinho, direitinho, negociaram com a pessoa responsável e voilá. Feito de Baga, Moreto de Cantanhede e Tinturão, apresenta-se com aromas a morangos, flores e ligeiro eucalipto. Na boca, seco, frutado, corpo médio, fresco, boa intensidade, acidez presente a compôr o conjunto, complexo e de final médio. Belíssimo. Por fim, chegamos ao Dão, de onde vem o Vinha da Carpanhã Tinto 2010. Feito com Jaen e Touriga Nacional, aromáticamente com fruta madura, lichies, flores e amêndoa. Na boca, seco, fruta madura presente, ligeira adstringência, excelente frescura, com corpo médio, intenso, de final longo e persistente.

Queria desde já agradecer o convite e que continuem o bom trabalho.

Monte Cascas

Colheita Douro Branco 2012 - 14,5
Preço: 5,75€
Reserva Regional Minho Branco 2010 - 16
Preço: 9,95€
Reserva Regional Alentejo Tinto 2010 - 15,5
Preço: 9,95€
Reserva Doc Douro Tinto 2010 - 16
Preço: 9,95€
Grande Reserva Regional Alentejo Tinto 2009 - 16,5
Preço: 21,5€
Grande Reserva Doc Douro Tinto 2009 - 17
Preço: 21,5€
Vinha da Padilha Doc Tejo Branco 2009 - 17
Preço: 27,5€
Vinha do Vale Doc Douro Tinto 2009 - 17,5
Preço: 33,5€
Vinha das Cardosas Doc Bairrada Tinto 2010 - 18
Preço: 33,5€
Vinha da Carpanhã Doc Dão Tinto 2010 - 17,5
Preço: 33,5€

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

IMPÉRIO RESERVA 2001

Caves do Freixo é o produtor deste vinho. Um vinho feito com 95% de Baga e 5% Touriga Nacional.  É um vinho da Bairrada, que mostrou-se de boa saúde e com muita qualidade. 

Aspecto límpido, lágrima presente e de cor vermelho escuro com nuances acastanhados.

No nariz, aromas a fruta madura, cacau e pimenta, couro.

Na boca revelou-se elegante, especiado, boa acidez, bom equilíbrio, intensidade média e de final de boca médio.
Um vinho com bom corpo, a notar-se alguma evolução mas sem se perceber demasiado a idade que tem.





Nota: 16
Preço: 11€
Produtor: Caves do Freixo
Enólogo: Rui Alves

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

FREI JOÃO TINTO 2007

Este tinto, produzido nas Caves São João, Bairrada, é um vinho curioso. Feito apartir das castas Baga (50%), Touriga Nacional (40%), e Tinta Roriz (10%), mostra ser um vinho que concorre com vinhos de patamares mais altos, pelo menos em preço. Para mim, a casta Baga não é de se ter amor à primeira vista, mas aqui a Touriga Nacional vem dar estrutura a este vinho. 

Aspecto limpido, lágrima média e de cor vermelho escuro com nuances acastanhados.

No nariz, limpo, com aromas a figos secos, ameixa, ligeiramente floral e com uma intensidade média.

Na boca, seco, frutado, boa estrutura, equilibrado, alguma madeira, intenso e de final de boca médio.

Um vinho que me agradou muito tanto no nariz como na boca, e que me agradou pela boa compra que é, pois é um vinho barato para a qualidade apresentada. Acompanhou uns enchidos variados e um queijo de cabra seco. Gostei.

Nota: 15,5
Preço: 2,19€ no Pingo Doce

sexta-feira, 14 de maio de 2010

LUIS PATO BAGA 2005


À segunda foi. Um jantar em casa de uma amiga, onde o vinho foi o Luis Pato Baga 2005, já comprado por mim anteriormente, mas este estava próprio para consumo.
Com um aroma a fruta madura e algum chocolate presente, na boca é onde se destaca. Mais fruta, pão torrado, proveniente da madeira de carvalho e da forma como foi tostado, e algum marmelo. A sua acidez é média, redondo, e deixa um sabor prolongado na boca. Gostei.

Nota: 15
Preço: 5€

terça-feira, 4 de maio de 2010

LUIS PATO BAGA 2005


Tinha alguma espectativa neste vinho. Um vinho de duas castas, Baga e Touriga Nacional, com algum nome, pois Luis Pato faz vinhos que são badalados por serem bons.
Fiquei triste, pois abri a garrafa e o vinho estava passado. Fica para a próxima.

Nota: ?
Preço: 5€