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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

ADEGA DE PEGÕES MOSCATEL DE SETÚBAL

Moscatel é um vinho generoso muito apreciado pelos portugueses, mas nem sempre os portugueses têm um em casa. É muito apreciado antes e depois das refeições, a acompanhar salgados ou doces, que esteja fresco. E aqui vos deixo um Moscatel muito acessível, um vinho com a doçura que se espera, nada de exagerado, boa acidez, algum alcool a notar-se logo que vai para o copo, mas que desaparece com o girar do mesmo. Um vinho de qualidade q.b., muito agradável e de preço correcto. Algumas notas de fruta cristalizada e frutos secos ligeiros. Provem-no com uma baba de camelo ou uns fios de ovos. :)

Região: Península de Setúbal
Castas: Moscatel
Tipo: Generoso
Álcool: 17,5%
Produtor: Adega de Pegões
Enólogo: Jaime Quendera

Nota Pessoal: 14,5
Preço: 4,50€ nos supermercados Continente

segunda-feira, 3 de junho de 2013

CHURCHILL´S WHITE PORT DRY APERITIF

Aqui está um Porto que me agradou imenso. Como o nome indica, é seco e aconselhável a aperitivo. Pois bem, acho que este vinho se enquadra em diversas ocasiões, mas que haja calor. Com umas pedras de gelo ou servido bem gelado é um vinho fantástico. 

Começando pela cor, dourado e brilhante. No nariz dá-nos aromas a avelãs, noz moscada e folha de eucalipto seca, a fazer lembrar um dia de 35 graus e passamos por um eucaliptal. Na boca, seco, frutos secos, boa frescura, muito complexo, intensidade média e de final médio com ligeiro picante. Adorei.

 Região: Douro
Castas: Várias castas, incluíndo Malvasia Fina, Códega, Gouveio and Rabigato
Tipo: Vinho do Porto
Produtor: Churchill´s

Nota Pessoal: 16,5
Preço: 14€

sexta-feira, 6 de julho de 2012

HOBBY ABAFADO

Ora aqui vos trago um vinho abafado, feito de Fernão Pires, a lembrar os antigos abafados do alentejo, cheio de garra, cativante, viciante para qualquer época do ano. Mas bem fresquinho, e com algum calor que se avizinha, sabe bem, mesmo muito bem. Um vinho de cor laranja, lágrima presente e límpido. No nariz, casca de laranja cristalizada, flor de laranjeira, ligeiro mel. Boa complexidade e acidez média, perfeita para este vinho. Na boca, doce, fruta madura, mais laranja, flores, ligeiro medronho no final, intensidade média e de final longo e persistente. Um excelente vinho para sobremesas ou simplesmente como aperitivo, é um vinho muito agradável e que se deve ter sempre em casa. Acompanhou na perfeição um Bolo de Rolo, cuja receita está aqui.



Região: Tejo
Castas: Fernão Pires
Tipo: Licoroso
Álcool: 17%
Produtor: Exquisite Wine
Enólogo: Diogo Campilho e Pedro Pinhão

Nota Pessoal: 16,5
Preço: a rondar os 12€

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

MOSCATEL ROXO SETÚBAL 2007

Sivipa, Sociedade Vinícola de Palmela é o produtor deste vinho licoroso, feito com a casta Moscatel Roxo. Feito apartir de vinhas com média de 8 anos, este moscatel traz bons aromas, boa acidez e boa boca. Um vinho equilibrado, bem feito e com relação preço/ qualidade muito boa.

Aspecto límpido, lágrima persistente e de cor âmbar. 

No nariz, casca de laranja, figos secos e mel. 

Na boca mostra-se muito equilibrado, untuoso, meloso, com laranja cristalizada, acidez e açúcar no ponto, intenso de de final de boca longo. Bom vinho.





Nota: 15,5
Preço: 11€ pvp
Produtor: SIVIPA
Enólogo: Filipe Cardoso

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

THASOS MOSCATEL DE SETUBAL 2008

Fui ao Continente de Mem Martins e numa passagem pela garrafeira, despertou-me a atenção para este moscatel. Ainda não tinha provado, e como precisava de um moscatel para acompanhar um cheesecake de maracujá com limão, resolvi levá-lo. Com uma cor âmbar, límpido. No nariz mostrou-se fresco, flor de laranjeira e limão, com notas de fruta em compota, e com o tempo no copo alguns frutos secos e especiarias. Na boca, doce, caramelo e figos secos, boa acidez, intenso e de final de boca longo e persistente. Bom moscatel para ter em casa a um preço justo.








Nota: 15
Preço: 4,5€
Produtor: Caves Velhas
Enólogo:

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

MOSCATEL ALAMBRE 1991

Este é um dos moscatéis que gosto. E, em casa de um familiar, abriu-se uma garrafa como aperitivo e uma boa conversa. Ainda lá ficaram mais 2 garrafas para outra ocasião. Um vinho muito bem feito, e devido a boa conservação, estava excelente.

De cor ambar, saiam do copo aromas a frutos secos, nozes, figos secos e ligeiros toques de alecrim. Na boca, doce, frutado, untuoso, macio, com boa intensidade e de final de boca magnifico. Excelente moscatel.

Nota: 17,75
Preço: ?

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ACOMPANHAMENTO DO JANTAR E ALMOÇO DE NATAL


Mais um Natal passou, com saúde, e tudo o que achamos que nos faz feliz neste dia. Para mim, familia e bom convivio. Ao jantar, o bacalhau e o polvo com os respectivos acompanhamentos, e ao almoço do dia seguinte, o belo do perú recheado. Claro que se abriu uns vinhos para acompanhar a comida, para nos acompanhar numas boas conversas, e tudo o que viesse. O Natal foi em casa de familiares, e as escolhas vinicas foram do meu cunhado. Boas escolhas.



Para começar, um Quinta da Alorna Abafado 5 Anos.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor ambar. No nariz, limpo, jovem, intensidade médio , amendoa e figo, com algum pessego bem maduro. Na boca, mostrou-se ainda mais. Doce, baixa acidez, encorpado, amendoa e mel em destaque, mas sem ser enjoativo. Um bom licoroso à qual fiquei fã.



Depois ao jantar, a companhia foi Quinta da Pedra Alta Touriga Nacional 2007.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor vermelho violeta. No nariz, limpo, jovem e de intensidade média. Frutos vermelhos, floral, um pouco especiado, e algum caramelo suave. Na boca, seco, corpo médio +, especiado, taninos suaves, intenso e de final de boca longo. Um bom Touriga Nacional, bem trabalhado e com potencial de guarda.

Foto tirada do blogue Comer, Beber e Lazer

No final, um Moscatel Roxo da Casa Agricola Horácio Simões.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor castanho. No nariz, limpido, desenvolvido e de intensidade pronunciado, flor de laranjeira, figos e mel. Na boca, doce, encorpado, acidez baixa, intensidade média e de final de boca longo. Excelente qualidade.



Ainda se abriu um Niepoort LBV 2005.
Aspecto opaco, lágrima persistente e com cor vermelho violeta escuro. No nariz, limpo, jovem, de intensidade média. Fruta em compota, ameixa e cereja, amêndoa, noz. Na boca, doce, encorpado, meloso, mais fruta madura, de intensidade média e de final de boca longo. Um bom LBV.



No dia seguinte, a acompanhar o almoço, o Manta Preta Reserva 2005.
Um vinho que não vingou à mesa. Esperava muito mais deste Touriga Nacional com Tinta Roriz, mas foi desilusão. Aspecto limpido, lágrima média e de cor vermelho acastanhado. No nariz, limpo, desenvolvido e de intensidade suave. Pouca fruta, má casamento entre as castas e a madeira, com nuances de frutos do bosque, framboesa e amoras. Um pouco vegetal, espargos, madeira suave. Na boca, seco, baixa acidez, corpo suave, taninos suaves, intensidade suave e de final de boca médio -. Este vinho para mim estava numa transição, em que, ao abri-lo, revelou-se fraco, diferente e a caminhar para má saude.




De seguida, o Reserva Pessoal 2006 da Quinta da Pedra Alta.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor violeta carregado. No nariz, limpo, desenvolvido, intensidade média, com frutos do bosque. Na boca, seco, corpo médio, frutado, taninos suaves, de intensidade média e de final de boca longo. Bom tinto.



Para acabar, o colheita tardia da Quinta da Sequeira 2008.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor dourado. No nariz, limpo, jovem, de intensidade média+, alperce e figo. Na boca, meio doce, acidez baixa, meloso, frutado, intensidade média e de final de boca longo. Muito bom.

Foram as escolhas para este Natal, e que aconselho.

Notas:

Quinta da Alorna Abafado 5 Anos - 16
Quinta da Pedra Alta Touriga Naqcional 2007 - 16,75
Moscatel Roxo da Casa Agricola Horácio Simões - 16,5
Niepoort LBV 2005 - 16
Manta Preta Reserva 2005 - 14,25
Reserva Pessoal 2006 da Quinta da Pedra Alta - 17
Quinta da Sequeira 2008 Colheita Tardia - 16,75




quarta-feira, 3 de março de 2010

Colecção privada Domingos Soares Franco


" Domingos Soares Franco, é o representante mais novo da sexta geração da
família, que desde a fundação preside aos destinos da José Maria da Fonseca.
Para além de vice-presidente, é o enólogo desta casa, e por isso referência
incontornável no panorama vitivinícola da região e do país.
Embora assine todos os vinhos da José Maria da Fonseca, existem uns que
reserva para si como especiais. Traduzem o seu espírito criador, a paixão que
sente pela viticultura e enologia, e a influência que tem do Novo Mundo. Chamoulhes
Domingos Soares Franco – Colecção Privada.

A colheita de 1998 permitiu a Domingos Soares Franco apresentar, no âmbito da
sua Colecção Privada, este vinho generoso produzido a partir da uva Moscatel na
sua versão tinta : o Moscatel Roxo. Trata-se de uma uva bastante rara, que chegou
a correr riscos de extinção. Apesar de se poder considerar similar à sua homónima
branca, a sua aparência é bem diferente dada a sua cor roxa. Este Colecção
Privada DSF Moscatel Roxo é um vinho frutado e muito elegante."

Texto retirado do produtor

Comprei uma garrafa deste Moscatel quando fui em visita mais a familia ás caves JMF. Duas semanas mais tarde, a seguir a um bom jantar, abri então a garrafa para poder provar. Adorei o cheiro, muito floral, com uma mistura de erva-doce e canela. Uma cor topázio carregado. Paladar untuoso, redondo, a encher completamente a boca, com uma frescura assinalável que realça as especiarias presentes. Final de prova muito longo. Como o meu cunhado diz, acho que quando acabar vou comprar mais, pois é digno de se ter na garrafeira.

Nota: 17/20
Preço: 17,5€

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Portal, Moscatel do Douro 2000 Reserva


Este excelente moscatel mostra que o Douro também tem moscateis de grande qualidade. Este vinho generoso é muito frutado, tendo um toque de maçãs e madeira. Prolongado sabor final. Óptimo para acompanhar sobremesas ou mesmo como aperitivo.

Produzido pela Quinta do Portal.
Preço: desconhecido
Nota: 16,5/20