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quinta-feira, 8 de maio de 2014

SERRADAYRES RESERVA 2012

Um vinho fácil, para o dia a dia, sem grandes pretensões. Fruta madura presente, docinho, sente-se uns especiados ligeiros, madeira presente, acidez alta. Só não entendo a designação Reserva para um vinho desta qualidade e deste preço.




Região: Tejo
Castas: Touriga-Nacional, Castelão,Trincadeira
Tipo: Tinto
Enólogo: Carlos Eduardo
Produtor: Caves Velhas

Nota Pessoal: 14
Preço: 3,79€ no Continente

terça-feira, 6 de maio de 2014

HERDADE DA CALADA, VISITA

A Herdade da Calada fica a pouco menos de 1 hora de Lisboa, no Distrito de Évora, mais propriamente em Estremoz. Herdade de uma beleza envolvente, rodeada de eucaliptos e sobreiros, com 35 hectares de vinha, 110 hectares de olival, 60 de cereais, 215 de montado, uma barragem e várias pequenas represas de água. Produz vinho, azeite, cereais, tem gado e quem quiser passar lá uma noite ou várias, tem também uma unidade de enoturismo.



 Eduardo Cardeal, director e enólogo da Herdade da Calada

Eduardo Cardeal estava à nossa espera num dos pontos mais altos da herdade, onde pudemos provar os brancos e rosés, acompanhados do azeite, pão, azeitonas e queijos.






 O almoço foi umas boas migas de espargos selvagens com carne de porco, provar alguns dos tintos e por fim o licoroso feito a partir da casta moscatel, diferente mas muito agradável.







VALE DA CALADA 2013 BRANCO

Excelente acidez, alguma fruta presente, muito vegetal.
Nota: 14,5

PVP 4,80€


VALE DA CALADA 2013 ROSÉ
Bons aromas a fruta vermelha, algum fumo. Acidez, frescura e um ligeiro adocicado no final.
Nota: 14,5
PVP 4,50€

CALADESSA ESCOLHA 2013 BRANCO
Muito aromático, com citrinos em destaque. Boa acidez, excelente frescura.
Nota: 16,5

PVP 6,90€

BARÃO DE B RESERVA 2012 BRANCO
Notas de madeira, especiado, manga e papaia ligeira. Na boca é cheio, boa estrutura, madeira e alcool presente, com acidez media/alta, intenso e final médio.
Nota: 16
PVP 14€

CALADESSA ESCOLHA 2012 TINTO
Aromas suaves, frutado, ligeira madeira. Boa acidez e com final médio.
Nota: 16,5
PVP 9,50€

HERDADE DA CALADA TN/SYRAH 2010 TINTO
Floral, frutos negros bem presentes, potente, encorpado. Excelente equilibrio.
Nota: 16,5
PVP 12€

BLOCK N. 3 2012 TINTO
Um vinho poderoso, com fruta preta bem presente. Encorpado, boa frescura, excelente equilibrio. Muito intenso e grande final de boca.
Nota: 16
PVP 30€

CLEMENTE DE B LICOROSO
Um licoroso diferente feito de moscatel. Laranja cristalizada, frutos secos, com uma acidez vibrante. Intensidade média e final médio.
Nota: 15
PVP 7€



terça-feira, 8 de abril de 2014

VINHOS DA ROMANEIRA

Das mais belas quintas da região do Douro, a Quinta da Romaneira não só produz vinhos de grande qualidade como azeite. A quinta fica em Alijó, onde pode sempre visitar e fazer provas de vinhos. O Sino da Romaneira 2010 é feito com Touriga Nacional (25%), Touriga Franca (25%), Tinta Roriz (30%) e Tinto Cão (20%), e tem somente 12% de álcool. É um vinho agradável, ligeiro, com aromas a flores e ligeira pimenta. Na boca tem um corpo médio, boa frescura, um vinho com bom equilibrio. Já o Quinta da Romaneira 2009 é um pouco diferente. É feito com Touriga Nacional (60%), Touriga Franca (30%), Tinta Roriz (5%) e Tinto Cão (5%). Um vinho com grande potencial, com aromas de fruta preta, floral, especiarias. Na boca é encorpado, frutado, untuoso, com boa acidez e grande frescura, um vinho intenso e muito agradável, tudo com bastante equilibrio, com a madeira a ser ligeira e bem integrada. São vinhos de perfis um pouco diferentes, mas com boa qualidade e a justificar o preço, principalmente o segundo.

Região: Douro
Tipo: Tintos
Produtor: Quinta da Romaneira

Nota Pessoal:
Sino da Romaneira 2010 - 15
Quinta da Romaneira 2009 - 17

Preços:
Sino da Romaneira 2010 - a rondar os 11€
Quinta da Romaneira 2009 - a rondar os 22€

segunda-feira, 31 de março de 2014

CICONIA RESERVA 2012

Sempre gostei dos Ciconia, vinhos baratos e bem feitos a dar prazer em beber. Este reserva achei-o um pouco diferente dos outros anos, com notas de fruta bem madura, madeira presente, mas um pouco exagerada, tornando este vinho um pouco doce. Na boca também se nota essa doçura, tornando este vinho com uma doçura acima da média, ficando enjoativo para quem quer beber mais que um copo. Um conjunto mais doce que o habitual, mas que tem adeptos com toda a certeza.

Região: Alentejo
Castas: Aragonez, Touriga Nacional e Syrah
Tipo: Tinto
Álcool: 14%
Produtor: Casa Agrícola Alexandre Relvas, CRL

Nota Pessoal: 15
Preço: a rondar os 6,5€ nos supermercados

segunda-feira, 17 de março de 2014

RUI REGUINGA TOURIGA NACIONAL 2009

Rui Reguinga tem vários vinhos em várias regiões do nosso País, e no estrangeiro também. Sinceramente, não é dos produtores que me enchem as medidas, e em relação a qualidade/preço acho os vinhos um pouco desajustados a nivel de preço. Mas este Touriga Nacional está bem catita. Um vinho de 2009, ainda com bons aromas à fruta, com o floral ainda bem presente. Na boca já redondo, macio, alguma elegância, especiado, de boa intensidade e final de boca longo.

Quanto ao preço, acho os 20€ que está na prateleira desajustado.

Região: Dão
Castas: Touriga Nacional
Tipo: Tinto
Produtor: Rui Reguinga
Enólogo: Rui Reguinga
Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 20€

segunda-feira, 3 de março de 2014

MEIA ENCOSTA TINTO 2011

Este vinho já é um clássico da região do Dão, estando em quase todas as prateleiras do País a um preço muito baixo. É um vinho tinto que se bebe bem, que não tem grandes pretensões em ser aquilo que não é, e que tem a qualidade necessária. Um vinho bem feito, que agrada razoavelmente e que pode ser uma opção para qualquer mesa. Um vinho para o dia a dia.


Região: Dão
Castas: Touriga-Nacional, Jaen, Alfrocheiro e Tinta-Roriz
Tipo: Tinto
Produtor: Vinhos Borges

Nota Pessoal: 14
Preço: 3,30€

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

CASA DA PASSARELLA ABANICO TINTO RESERVA 2010

Mais um excelente vinho deste produtor, que nos está a habituar com vinhos de grande qualidade. O Dão a mostrar-se cada vez mais competitivo com outras regiões. No nariz a fruta vermelha destaca-se, juntando notas florais e algum tostado. Na boca é um vinho com grande frescura, acidez perfeita, fruta, notas de especiarias elegantes e suaves. Por final, é um vinho com ligeira complexidade, boa intensidade e final de boca longo. Um
 vinho com uma relação qualidade/preço espectacular, como este produtor nos tem vindo a habituar. Um vinho para nos acompanhar a solo ou à mesa, tanto faz, o que importa é o prazer que ele nos dá a beber.

Região: Dão
Castas: Touriga Nacional, Jaen e Alfrocheiro
Tipo: Tinto
Álcool: 14%
Produtor: O Abrigo da Passarella


Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 8€

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

QUINTA EDMUN DO VAL LATE HARVEST

Este produtor tem um dos alvarinhos que mais gosto. E agora lançou este colheita tardia feito de alvarinho. Estava bastante ansioso de abrir a garrafa, e foi este sábado passado que foi aberta. Um vinho que se quer doce, onde eu aprecio bastante um bom equilibrio entre fruta, acidez e o açucar. Nota-se bem a casta, com notas de banana, pêssego e alguma fruta tropical, acidez bem presente e em harmonia com a fruta, tornando um vinho com alguma elegância na boca mas pouco expressivo no nariz, pois os aromas são todos muito suaves. Quanto à doçura, ela está presente mas para o conjunto podia ter mais um pouco, dando mais corpo ao vinho e ficando um vinho um pouco mais untuoso e complexo. Mas tendo em conta o grau alcoólico deste vinho, é um bom vinho. Gostei, mas para o preço que é vendido, dá que pensar se é escolha certa. E para quem quer provar este vinho, apressem-se, pois só foram produzidas 594 garrafas.



Região: Vinho Verde
Castas: Alvarinho
Tipo: Colheita Tardia
Álcool: 12%
Produtor: Adega Edmun Do Val SL

Nota Pessoal: 16
Preço: 30€

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

ADEGA DE PEGÕES MOSCATEL DE SETÚBAL

Moscatel é um vinho generoso muito apreciado pelos portugueses, mas nem sempre os portugueses têm um em casa. É muito apreciado antes e depois das refeições, a acompanhar salgados ou doces, que esteja fresco. E aqui vos deixo um Moscatel muito acessível, um vinho com a doçura que se espera, nada de exagerado, boa acidez, algum alcool a notar-se logo que vai para o copo, mas que desaparece com o girar do mesmo. Um vinho de qualidade q.b., muito agradável e de preço correcto. Algumas notas de fruta cristalizada e frutos secos ligeiros. Provem-no com uma baba de camelo ou uns fios de ovos. :)

Região: Península de Setúbal
Castas: Moscatel
Tipo: Generoso
Álcool: 17,5%
Produtor: Adega de Pegões
Enólogo: Jaime Quendera

Nota Pessoal: 14,5
Preço: 4,50€ nos supermercados Continente

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

TERMEÃO PÁSSARO BRANCO TINTO 2008

Bom Ano 2014.
E para começar bem o ano, nada melhor que beber um bom vinho. Este vinho do produtor Campolargo é simplesmente um vinho que nos faz pensar um pouco sobre o preço dos vinhos. Com um preço a rondar os 6€, provamos este vinho e pensamos que andamos aqui a dar mais por um vinho e que nem aos calcanhares deste Bairrada chegam. Cada vez mais os Bairrada me surpreendem, juntamente com os vinhos de Lisboa e do Dão. Vinhos frescos, frutados, equilibrados, gastronómicos sem enjoar. E este é uma excelente escolha.


Região: Bairrada
Castas: Touriga Nacional (85%) e Castelão Nacional (15%)
Tipo: Tinto
Álcool: 13,5%
 Produtor: Campolargo



Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 6€ no El Corte Inglês

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

SÃO DOMINGOS VELHA RESERVA BRUTO

E para terminar o ano em beleza e começar o novo ano com alegria, deixo aqui uma sugestão que podem ir a correr comprar, sim, que o tuga compra muita coisa mesmo à ultima. Um espumante muito agradável na boca, onde se encontra uma bolha fina, muita elegância e algum tostado, boa acidez e final muito prazeroso. E com este espumante me despeço, e desejo a todos um final de 2013 maravilhoso e um começo de 2014 cheio de motivação, saúde e alegria.

Bom Ano 2014 para todos.

Região: Bairrada
Castas: Pinot Boir e Chardonnay
Tipo: Espumante
Álcool: 12%
Produtor: Caves São Domingos



Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 10€. Podem comprar no El Corte Inglês e algumas garrafeiras

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

LELLO RESERVA 2009

Falei aqui do 2008 e agora vou falar do 2009. O estilo deste vinho com o irmão mais velho é idêntico à data em que o provei, pois se provar agora com certeza estará com diferenças. É um vinho genuíno, sem pretensões de ser o que não é, e eu gosto disso. Um vinho bem feito, com fruta madura, floral q.b., sente-se a especiaria bem integrada com a fruta, tornando-o um vinho em fim de adolescência, delicado, com bom corpo, de boa intensidade e final longo. Um vinho com uma qualidade/preço muito razoável e que não deixa ficar mal nenhuma mesa. E como gosto muito de queijos e enchidos, aconselho a acompanhar este vinho com um belo chouriço e presunto, e um bom queijo de Nisa.


Região: Douro
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz
Tipo: Tinto
Álcool: 13%
Produtor: Vinhos Borges

Nota Pessoal: 16
Preço: a rondar os 8€

terça-feira, 29 de outubro de 2013

VISITA À ADEGA MÃE









    Foi no dia 31 de Agosto que, a convite do produtor, visitei a Adega Mãe na Ventosa, Torres Vedras. Este projecto pertence ao Grupo Ribeiralves e está a começar a dar os primeiros passos no mundo do vinho. O projecto tem 30ha de vinha, e tem como responsáveis pela enologia Anselmo Mendes e Diogo Lopes. Uma adega nova, bem estudada e desenvolvida, moderna, com alta tecnologia. O edifício que está construído no meio das vinhas e que se vê de bem longe, está desenhado não só para se fazer vinhos mas para enoturismo, pois está preparado para receber visitantes, sejam grupos ou a solo, basta aparecer. Ao longo da visita fui acompanhado por alguns videos a explicar o projecto. Eu e o grupo de bloggers fomos acompanhados pelo director geral Bernardo Alves e pelo enólogo Diogo Lopes, que nos conduziram numa visita muito descontraída pelo edifício, onde fomos acabar numa sala de prova muito bem preparada para provar os vinhos da casa.
    Os vinhos provados foram os Dory Colheita branco, os 4 monocastas brancos, Alvarinho, Viosinho, Chardonnay e Viognier, todos de 2012, e os tintos, Dory Colheita tinto de 2011 e o Dory Reserva tinto de 2010. Todos estes vinhos são vinhos com grande frescura, estrutura, os brancos com grande mineralidade, algum vegetal e uma acidez fantástica, os tintos com frutos pretos maduros, intensidade média e bom corpo, todos com ligeiros toques de salinidade devido à influência atlântica, o que os torna vinhos bastante interessantes e gastronómicos. Depois da prova, seguimos para a sala de jantar. Lindíssima., espaçosa, com uma varanda enorme com vista para as vinhas e uns vidros gigantes no lado oposto para a adega. E fomos presentiados com um belo bacalhau Ribeiralves que estava simplesmente delicioso. 

De salientar que todos estes vinhos têm uma relação preço/qualidade muito boa, começando na gama de entrada a rondar os 4€ e a ir até aos 9€ aproximadamente. Quero agradecer o convite e que continuem o excelente trabalho que até aqui têm feito.

Dory colheita branco 2012 - 14,5 (médio)
Alvarinho 2012 - 16 (bom)
Viosinho 2012 - 15,5 (bom)
Chardonnay 2012 - 15 (médio)
Viognier 2012 -  14,5 (médio)
Dory colheita tinto 2011 - 15 (médio)
Dory resreva tinto 2010 - 16,5 (bom)






segunda-feira, 21 de outubro de 2013

VINHOS DO ALENTEJO EM LISBOA 2013

Mais uma vez os produtores de vinhos alentejanos estiveram em Lisboa para promover os seus vinhos. Foi nos dias 18 e 19 de Outubro. Novas colheitas, algumas novidades, tudo reunido no CCB, espaço muito bom para que consumidores, apaixonados, estrangeiros que por ali passaram, etc, pudessem provar o que de bom se faz no País, mais propriamente no Alentejo. O espaço estava com uma temperatura simpática, pelo menos no inicio do evento e o tempo na rua também ajudava, pois não estava calor. Pelo que provei, destaco alguns dos vinhos que gostei bastante, todos com boa qualidade, talvez alguns desajustados para o preço que está à venda, mas todos bons vinhos. Começo pelo Torais 2011 tinto, que em relação à anterior colheita, está mais frutado, mais redondo, com aromas potentes, direccionado para se gostar à primeira.
Nota: 15,5
 Não foi este que provei de seguida, foi no final dos tintos e brancos de mesa, mas destaco-o aqui como um licoroso muito agradável, este Mouchão Licoroso 2007. Com notas especiadas, fumados, melaço, bom corpo, com algum alcool a notar-se mas com acidez e açucar presentes para que o conjunto seja feliz.


Nota: 16
 Este é uma novidade deste produtor, um colheita tardia feito de Viognier. Nada pretensioso. Tudo muito arrumadinho, docinho q.b., bons aromas, floral, mel, um vinho bastante interessante para se acompanhar com uma boa sobremesa.

Nota: 15
 Aqui pára tudo. Herdade dos Machados reserva 2011 é um grande vinho. Muito jovem, com uma potência de fruta bem evidente, acidez, madeira ligeira, encorpado e intenso. Um vinho para um bom prato, um daqueles valentes à portuguesa, ou então deixar na garrafeira mais uns anos, pois tem grande potencial de envelhecimento.

Nota: 16,5
 É um bom vinho, conhecido pela maioria, mas ainda muito instável, desarrumado. Coloco-o aqui para quem quiser comprar um vinho para guarda, pois acredito que vá fica um vinho à séria, mas para já, o excesso de madeira não me cativou.

Nota: 15,5
 Uma surpresa que me agradou bastante. Um vinho de 2008, prontinho a ser consumido. Tudo bem harmonizado, tendo tudo para agradar. Fruta, acidez, corpo, final de boca bastante agradável.

Nota: 16
 Uma novidade que será lançada muito em breve. Um vinho do caraças. Um Grande Reserva de 2008 de João Barbosa que com certeza vai dar que falar. Só posso dar um conselho, comprem. Não é barato, mas está no patamar de preço certo para a excelência de vinho que é.

Nota: 17
 Para terminar, este Caladessa tinto de 2012, da Herdade da Calada. Uma surpresa muito agradável, um vinho muito gastronómico, onde os seus aromas cativam a estar a namorá-lo mais tempo, e com uma boca muito elegante.

Nota: 16








Parabéns à organização, aos produtores presentes e aos bons vinhos que trouxeram.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

BLANCO NIEVA SAUVIGNON BLANC 2012

Viñedos de Nieva foi fundada em 1989 e situa-se em Segóvia, a norte de Madrid. Apenas abrangidos pelo D.O. Rueda, Nieva fica a uma altitude de 850 metros e na parte mais oriental da denominação. O produtor tem o total de 55 héctares, sendo 50 de Verdejo e 5 de Sauvignon Blanc, que é o vinho que vos trago hoje. Continuando, as uvas deste produtor estão maioritáriamente em solos de areia com muitas pedras soltas bem pequenas, o que faz que, juntamente com as condições climáticas, seja o sitio perfeito para estas duas castas brancas que tão bons vinhos fazem. Este que vos trago hoje, é o Sauvignon Blanc de 2012, está de muito boa saúde e recomenda-se. Grandes aromas, potente, com citricos em destaque mas com maçãs verdes e pêssegos a darem ao conjunto uma harmonia perfeita. Na boca, um vinho seco, muito vegetal, rebelde e ao mesmo tempo elegante, com grande acidez, deixando a boca fresca e vibrante. Um vinho branco que deve ser bebido todo o ano.

 
Região: Nieva
Castas: Sauvignon Blanc
Tipo: Branco
Álcool: 13%
Produtor: Viñedos de Nieva, Grupo Martúe

Nota Pessoal: 16 (Bom)
Preço: a rondar os 8€

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

PEQUENOS REBENTOS ALVARINHO CLÁSSICO 2012

Márcio Lopes é o enólogo e criador deste vinho e marca. Desde de 2010 que lança os Pequenos Rebentos, e este que é classificado como clássico, é a 2ª edição. Achei este vinho mais redondo, mas nunca saíndo do perfil que este produtor dá aos seus vinhos. Um vinho frutado, destacando fruta verde como maçãs e marmelo, um toque citrico com toranja a envolver-se bem no conjunto, e com ligeiro floral, com destaque para flor de laranjeira. Na boca, seco, com uma acidez alta, frutado, boa frescura, com algum corpo a deixar a boca bem untada e ligeiras notas de mel, tornando-o com boa intensidade e de final médio. Mais um ano de excelência para este vinho.


Região: Vinho Verde
Castas: Alvarinho
Tipo: Branco
Álcool: 12,5%
Produtor: Márcio Lopes
Enólogo: Márcio Lopes

Nota Pessoal: 16,5 (bom)
Preço: 7,5€

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

JOÃO PORTUGAL RAMOS ALVARINHO 2012

Novo vinho da casa João Portugal Ramos, desta vez da região dos Vinhos Verdes, um Alvarinho. Estagiou em barricas, e apresenta-se com uma cor citrica e brilhante. Nos aromas têm destaque as notas florais, leve citrico e mineral, com a fruta escondida pela madeira. Na boca tem ligeiro frutado, boa acidez, vegetal, mas nada que surpreenda. Um vinho bem feito, honesto, mas um pouco escondido.

Região: Vinho Verde
Castas: Alvarinho
Tipo:Branco
Álcool: 13,5%
Produtor: João Portugal Ramos

Nota Pessoal: 15 (médio)
Preço: a rondar os 10€

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

2 VINHOS DA COLECÇÃO PRIVADA DE DOMINGOS SOARES FRANCO


O tinto é de 2011 e é um Syrah com Touriga Francesa, com 95% desta última. Gostei bastante, um vinho tinto com alguma garra, onde sobressai as notas florais e na boca a pimenta fica a brincar, juntamente com a brilhante acidez. Este vinho puxa comidinha da boa. Tem um final agradável.
Quanto ao vinho branco, as castas são a Grüner Veltliner, Rabigato e Viognie, de 2012. Esperava mais deste branco. Um vinho leve, com sabor a Verão. Encanta nos aromas com melão e maçãs verdes, mas na boca desencanta, pois mostra-se muito citrico, acidez alta, sem corpo, aguado como se diz por aí. Saltam limas e limões e para o preço, é vinho que não vai ficar na lista de novas compras.


Região: Península de Setúbal
Castas: Syrah e Touriga Francesa
Tipo: Tinto
Álcool: 13,5%
Produtor: José Maria da Fonseca
Enólogo: Domingos Soares Franco

Nota Pessoal: 15,5 (bom)
Preço: a rondar os 10€

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Região: Península de Setúbal
Castas: Grüner Veltliner, Rabigato e Viognier
Tipo: Branco
Álcool: 11,5%
Produtor: José Maria da Fonseca
Enólogo: Domingos Soares Franco

Nota Pessoal: 14 (médio)
Preço: a rondar os 10€

terça-feira, 30 de julho de 2013

QUINTA DE FOZ DE AROUCE TINTO 2008

Vinho das Beiras, onde existem tantos vinhos de grande qualidade, mas sendo ainda uma região maltratada pelos consumidores. Arrisquem e vão ficar surpreendidos. Este tinto de 2008 é a prova disso. Com aromas sedutores a frutos silvestres, notas de resina, mentol e ligeiro floral. Na boca é um vinho frutado, com grande frescura, intenso, profundo. Dá gozo beber um vinho assim, ficando logo a cabeça a imaginar que comida irá acompanhá-lo. Com uma boa complexidade, tem um final médio e persistência q.b..

Região: Beiras
Castas: Baga, Touriga Nacional
Tipo: Tinto
Álcool: 13%
Produtor: Quinta Foz de Arouce, Lda
Enólogo: João Portugal Ramos e João Perry Vidal

Nota Pessoal: 16
Preço: 9€

sexta-feira, 5 de julho de 2013

HERDADE DA AJUDA SYRAH E TOURIGA NACIONAL 2007

Cheira a bifanas. Podia dizer-se deste vinho, pois é um produtor de Vendas Novas, a terra da boa bifana. Não é a bifanas que cheira, mas tem nos seus aromas boa fruta, notas vegetais, resina e menta. Já é um vinho de 2007, e para mim está no ponto para ser bebido. Como disse, toques vegetais e ligeiro quimico sobressaem nos aromas, não afectando em nada a sua boca. Seco, frutado, especiado, complexo, com frescura e acidez q.b.. Um vinho que não é fácil mas que dá imenso gozo em decifrá-lo, em andar de volta dele a ver a cada minuto o que ele nos reserva. Taninos suaves, de médio corpo, intenso e de final médio/ longo. Este precisa de comida a acompanhar, e que melhor companhia para um vinho que não seja comida?

Região: Alentejo
Castas: Syrah e Touriga Nacional
Tipo: Tinto
Álcool: 13,5%
Produtor: Herdade da Ajuda
Enólogo: António Ventura

Nota Pessoal: 16
Preço: 12€