terça-feira, 29 de novembro de 2011

HERDADE DAS SERVAS APOIA EXPOSIÇÃO SOLIDÁRIA

No âmbito da sua política de parcerias e incentivo a iniciativas com uma componente cultural e/ou de cariz social, a Herdade das Servas – projecto da família Serrano Mira, uma das mais antigas na produção de vinho alentejano (em Estremoz) – apoia a exposição ‘Presépios de todo o mundo no Convento do Espinheiro’, que vai estar patente, como o nome indica, no Convento do Espinheiro - A Luxury Collection Hotel & Spa, em Évora, de 03 de Dezembro a 09 de Janeiro. Oriundos de vários cantos do mundo, são cerca de cem os presépios que vão estar em exposição na igreja de Nossa Senhora do Espinheiro e que pertencem à colecção privada do General Canha da Silva, presidente do Rotary Club de Évora, entidade co-organizadora desta iniciativa. A visita é de entrada livre, contudo os visitantes são convidados, opcionalmente, a deixar um donativo para a Associação de Solidariedade Social ‘Pão e Paz’, instituição que diariamente serve refeições aos mais pobres e desfavorecidos da cidade de Évora.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ENCOSTA DO SOBRAL TINTO 2007

Mais um vinhos deste produtor de Tomar, que no Reserva mostrou um bom trabalho. Neste não desviou caminho, e apesar de ser um vinho de nível mais baixo, mostra qualidade para estar em qualquer mesa. Um conselho, tenham atenção aos vinhos do Tejo, cada vez mais versáteis, com qualidade bem alta e que vão dar que falar no futuro, basta os produtores assim o quererem. Vinho feito com 50% de Castelão, 30% de Touriga Nacional e 20% de Cabernet Sauvignon, com estágio de 12 meses em carvalho francês. Revelou-se com uma cor granada, límpido e de lágrima presente. No nariz notas de frutos vermelhos, groselha e ginja, frutos secos e ligeiramente vegetal com relva molhada e algum pimento e boa frescura. Na boca, seco, média acidez, frutado, taninos presentes, média intensidade e de final médio/ longo. Um vinho de boa qualidade com preço justíssimo.


Nota: 15,25
Preço: 4,5€
Produtor: Encosta do Sobral, Soc. Agrícola Lda.
Enólogo: Pedro Sereno

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

VISITA À QUINTA DE SÃO JOÃO, ALPIARÇA

Foi no passado sábado, dia 19 de Novembro, que visitei a Quinta de São João em Alpiarça, por convite do proprietário e produtor de vinhos Paulo Saturnino Cunha. Começámos com uma visita pela adega, onde Paulo Saturnino Cunha ia falando um pouco da história dos seus vinhos, de como eram feitos, mostrando-nos todos os cantinhos da casa. Depois mais em baixo podem ver nas fotos mais pormenores. Muito amor ali se sentiu, pois a paixão que Paulo Saturnino tem por aquilo que faz é enorme e isso vê-se nas instalações e nos projectos futuros que tem em mente, vê-se nas obras que quer fazer na adega na parte de estágio dos vinhos, e sobretudo, vê-se na alma e corpo deste homem. Depois de uma boa conversa e explicação de certos pormenores, passámos à prova dos vinhos. Antes de comentar a prova, que foi magnífica, os vinhos deste produtor têm aspectos importantes e um perfil muito seu e bem definido, são vinhos com grande frescura, excelente acidez e com grande qualidade.







Começámos pelo Fernão Pires 2010, de cor amarelo pálido, frutado, com destaque para alperce e ananás, boa frescura, acidez alta, vegetal, de intensidade média e final de boca médio. Passámos para o Chardonnay 2010, cor amarelo pálido, frutado q.b., frutos de árvore, maçã e pêra, acidez alta, fresco, intenso, final médio. 2 Worlds Branco 2010, excelente. Fruta tropical, boa frescura, com leves notas fumadas do estágio que o arinto fez em barrica, mineral e com acidez no ponto. A minha escolha dos brancos.


Passando aos tintos, muita potência. Para defrontar alguns nomes de topo sem qualquer problema. E isto falando dos 2008, porque os 2009 chegam para o ano no segundo semestre e com motores renovados. Mas aos de 2009 já lá vamos. Quinta do Alqueve Reserva 2008, limpido, cor ruby, nariz fresco, vegetal, com cogumelos, acidez presente, frutado, taninos presentes, com nozes e amêndoa ligeira e final de boca médio. De seguida o Quinta São João 2008, com boa frescura, acidez equilibrada com a fruta, ligeiramente herbáceo, pimentos, taninos médios e final longo. Quinta do Alqueve Touriga Nacional 2008. À medida que o íamos arejando ia ficando com mais vida. Um vinho especiado, com um equilibrio entre acidez e fruta excelente, bom corpo, floral, intenso e de final longo e persistente. As notas vou dar no final. Agora o Quinta do Alqueve 2008 com Touriga Nacional e Syrah. A casta Syrah um pouco mais evidente na boca que no nariz, pois tinha dado um 50/50 das duas castas e foi 65/35, Syrah e TN. Untuoso, frutado, compota, encorpado, excelente. Para terminar os 2008, acabámos com um Quinta de São João Syrah 2008. Simplesmente magnifico. Fruta preta, cacau, especiado, madeira ligeira e bem casada com a fruta, adorei.



Passando agora aos tintos que se avizinham, talvez para o final do ano que vem, provámos os vinhos para ficarmos a pensar seriamente no que lá vem. ATENÇÃO ENÓFILOS, CONSUMIDORES, LEITORES, TODOS AQUELES QUE GOSTAM DE VINHO. Fixem este produtor, pois o que está no mercado são vinhos de excelência e o que há-de chegar ainda vai surpreender mais. O produtor aos poucos vai caminhando no trajecto por ele desenhado e com grande sucesso. Na minha opinião, os vinhos de 2009 estão acima dos 2008, havendo muita qualidade nos dois. Mas muita gente vai ficar surpreendida, não com a qualidade mas com o perfil que estes vinhos têm e vão ter, pois o que foi provado foi tudo saido das barricas e ainda "verdinhos". 

Quinta do Alqueve Touriga Nacional/ Merlot 2009, Frutado, taninos médios, boa frescura, como todos os vinhos que provei deste produtor, floral, intenso, elegante, madeira fina e suave. Seguidamente Quinta de São João Syrah 2009, notas vegetais, frutado, potente, que vai com certeza ficar ainda mais com tempo em garrafa. Quinta de São João Grande Reserva 2009, com Syrah, Merlot e Touriga Nacional. Sem palavras. Prazer, fechar os olhos, mastigar, cheirar, voltar a provar e mastigar mais uma vez. A minha escolha. Por ultimo o Special 2009, fruta madura, elegância, fino, potente, equilibrio extraordinário. Depois do almoço, para a sobremesa, provámos o novo Late Harvester 2010, feito com Fernão Pires, onde 50% estagiou em madeira e os outros 50% estagiaram em inox. Flor de laranjeira a entrar no nariz, ligeira madeira, acidez média, final longo. Vinhos que merecem estar à mesa com a companhia de comida à altura, pois são todos vinhos muito gastronómicos, e como disse Paulo Saturnino Cunha, o vinho é o molho de um bom prato. 

Obrigado Paulo.

Nota:
Fernão Pires 2010  15,5
Chardonnay 2010  15
2 Worlds 2010  16,5
Quinta do Alqueve Reserva 2008  16
Quinta de São João 2008  16
Quinta do Alqueve Touriga Nacional 2008  16,5
Quinta do Alqueve Touriga Nacional e Syrah 2008  17
Quinta de São João Syrah 2008  16,75
Quinta do Alqueve Touriga Nacional e Merlot 2009  17
Quinta de São João Syrah 2009  17,5
Quinta de São João Grande Reserva 2009  17,5
Special 2009  18
Late Harvester Fernão Pires 2010  16,5

terça-feira, 22 de novembro de 2011

VALE DE ESGUEVA, ROSÉ 2010 E BRANCO 2010

A empresa Cobelcos lançou-se num projecto em 2009 com 3 frentes: Produção de vinhos, turismo rural e enoturismo. Com 35 hectares de vinha na região da Beira-Interior, Castelo Rodrigo. Como principais castas a vinificar conta com Aragonês, Touriga Nacional, Touriga Francesa, Alfrocheiro, Alicante Bouschet, Tinta Pinheira, Síria, Malvasia Fina, Fonte Cal e Riesling. A construção da adega foi em 2010 e foi nesse ano que fizeram os primeiros vinhos.
 Hoje trago aqui um rosé, feito de Aragonês e um branco com a casta Síria. O primeiro, Rosé 2010, mostrou-se limpido e de cor vermelho alaranjado. No nariz, framboesas e morangos, intenso e vegetal. Na boca, seco, suave, ligeiramente frutado, boa frescura e acidez média, com final médio muito. Gostei.

O outro, Branco 2010 feito com a casta Síria, conhecida por Roupeiro. Aspecto limpido e de cor amarelo pálido com nuances esverdeados. No nariz muito equilibrado, com frutos tropicais pouco maduros e citrinos. Na boca, seco, frutado, acídulo, de intensidade média e final de boca curto/ médio. 

Bons vinhos com uma relação qualidade/ preço muito interessante.



Nota:
Vale de Esgueva Rosé 2010 - 14,25
Vale de Esgueva Branco 2010 - 14,5
Preço:
Rosé 2010 - 3,20€€
Branco 2010 - 3,90€
Produtor: Cobelcos, Vinhos e Turismo
Enólogo: Luís Santos

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

TERRA D´ALTER RESERVA 2008

No ponto. De cor violeta escura, limpido e de lágrima presente. No nariz revela-se floral, especiado com ligeira madeira, fruta madura. Na boca, seco, suave, encorpado, acidez presente e equilibrada, taninos suaves, intenso e de final de boca longo. Bom vinho a um preço muito justo.






Nota: 16
Preço: 8,5€
Produtor: Terra D´Alter
Enólogo: Peter Bright

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

LORIDOS EXTRA BRUTO 2004

Esta garrafa veio parar-me ás mãos de maneira engraçada. Duas caixas perdidas no armazém da empresa onde trabalho, não sei à quanto tempo. Ao fazer uma limpeza profunda no armazém um colega chamou-me para ir ver se era alguma coisa que interessante ou não. Achei que sim, pois tudo é interessante até se abrir a garrafa e calhou 1 garrafa a cada um. Justo. Tem estado guardada desde 2009, mas decidi abri-la num almoço, à quinze dias atrás. Espantei-me. Quando acabou desejei que houvesse mais. Feito de Castelão e Fernão Pires, a caber 75% da casta tinta e 25% da casta branca, mostrou-se um espumante cheio de saúde e vigor, potente, com garra. Bolha fina e persistente, cor amarelo palha, dá logo prazer à vista. No nariz, realce para maçã verde e alperce, intenso e ligeiramente floral. Na boca suave, fina mousse, complexo, de intenso e de final longo. Excelente espumante da zona de Lisboa.


Nota: 16,5
Preço: ?
Produtor: Bacalhôa Vinhos de Portugal
Enólogo:

ADEGGA WINE MARKET 2011

É já no dia 1 de Dezembro que se realiza mais um Adegga Wine Market, no Teatro Aberto em Lisboa. Um evento onde pode provar vinhos, falar com os produtores e comprar os vinhos que mais gosta. Não falte.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

IMPERIUM GRANDE ESCOLHA 2001 TINTO

Caves do Freixo tem como filosofia fazer vinhos saudáveis. Nos vinhos desta casa só entra a uva e mais nada, pois se a uva for de qualidade sairá com certeza um vinho de qualidade, sem adição de açucares nem outras coisas. Este vinho nasceu na Quinta do Farfão, de vinhas velhas com mais de 80 anos e fermentou espontaneamente sem desengace em lagar de pedra. Com isto, obteve-se um vinho natural.  Não houve filtragem, o que esperava o tal "pé", mas isso quase não aconteceu porque transpirava juventude. O aspecto mostrou-se limpido, cor vermelho com nuances acastanhados e de lágrima presente e persistente. No nariz, magnífico. Complexo, fruta madura e especiarias, couro, terroso. Na boca, sendo este vinho de 2001 e estando em perfeitas condições, mostrou-se muito bem à mesa, pois gastronómicamente espectacular. Taninos presentes mas macios, suave, encorpado, intenso, com grande frescura e excelente acidez, com final de boca muito persistente. Grande vinho do Douro, de grande qualidade.












Nota: 17,5
Preço: 350€
Produtor: Caves do Freixo
Enólogo: Rui Alves

sábado, 12 de novembro de 2011

PETIT VERDOT 2006

Thomaz Lima Mayer é o produtor deste magnífico vinho. Na Quinta de São Sebastião, no concelho de Monforte, é onde nasce, juntamente com outras castas, a Petit Verdot. Casta francesa, da zona de Bordeux, que o produtor apostou e conseguiu com sucesso trabalhá-la numa zona de terras quentes, onde a água por vezes falta e os solos são muito secos, dando boa estrutura à vinha para poder dar fruta bem madura e equilibrada. Mas esta casta é mais utilizada em mistura, pois utilizada sozinha origina vinhos muito ácidos e tanínicos. 

Este vinho apresentou-se de aspecto limpido, lágrima presente e de cor vermelho escuro. No nariz,ameixa preta e nuances de banana, tipica da casta mas já com pouca expressão. Algum couro a notar-se mas ao de leve. Na boca, seco, acidez presente e média, fruta no ponto, taninos médios, intenso e de final de boca persistente. Um vinho muito gastronómico, bem feito, de muito boa qualidade e que merece estar em qualquer mesa.

Nota: 17
Preço: 32€
Produtor: Thomaz Lima Mayer
Enólogo: Rui Reguinga

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DIA DE SÃO MARTINHO

Queria deixar aqui a mensagem para que tenham um bom dia de São Martinho, que não percam a tradição de o comemorar, pois as tradições estão todas a ir embora, e, apesar de não ser feriado, nem sempre dá, cheguem a casa e façam umas boas castanhas acompanhadas de uma água-pé ou aquilo que mais vos der prazer, ou para quem não gosta de castanhas umas batatas doces assadas ou cozidas, mas o importante é celebrarem. Tenham um resto de dia feliz.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

BASÍLIA COLHEITA 2009

Lançado recentemente no mercado, este é o novo vinho da Quinta da Basília, Douro. O que posso dizer de um vinho que adorei cheirar, e cheirar, sendo na boca magnifico, e voltar a colocar mais no copo e voltar a fazer tudo de novo. Vinhos como este não precisam de grandes conversas, precisa é de ser divulgado e comprado por todos que gostam de um vinho com qualidade, onde tudo é um prazer. Parabéns ao produtor, ao enólogo e a todos que contribuíram para este belo néctar.










Nota: 16,5
Preço: 9€
Produtor: Quinta da Basília
Enólogo: João Brito e Cunha

ROVISCO GARCIA BRANCO 2010

Rovisco Garcia é um produtor de vinhos alentejano, mais propriamente em Avis, Alto Alentejo. À várias gerações dedicados à agricultura, este produtor apostou também na viticultura. Este branco, de 2010, foi engarrafado em Junho deste ano, foi feito com Arinto e Antão Vaz, sendo produzido apenas 4000 garrafas. De cor citrina, tem no nariz fruta madura, citrino, fresco e equilibrado e mineral. Seco na boca, untuoso, frescura, acidez média bem conjugada com a fruta, de intensidade média e de final médio/ longo. Um vinho muito agradável e de boa qualidade.








Nota: 15,5
Preço:
Produtor: Rovisco Garcia
Enólogo: Luís Louro

DOW´S 1998 QUINTA DO BOMFIM BICENTENARY

Este vinho foi lançado para comemorar o bicentenário da Quinta do Bomfim. Um Dow´s Vintage 1998 que está perfeito para ser consumido de imediato mas com potencial para evoluir muito bem. Com uma caixa bonita para arrecadar a garrafa, tem também no seu interior a história desta quinta.

Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor rubi escura. No nariz, aromas de frutos silvestres com a combinação de notas de violetas. Muito exuberante e elegante. Na boca, doce, muita fruta, especiado, taninos médios, frutos secos, intenso, untuoso e de final de boca longo e persistente. Um vinho com boa estrutura, acidez no ponto, equilibrado e ligeiramente seco no final. Adorei.

Nota: 16,5
Preço: 26€
Produtor: Dow´s Port
Enólogo:

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

JORGE MOREIRA E SEUS VINHOS

Esta quinta-feira, dia 10 de Novembro na Garrafeira Nacional, Jorge Moreira e seus vinhos. Entre as 17.30 e as 19.30. Apareça.

www.garrafeiranacional.com

CAMALEÃO SAUVIGNON 2010

Desde o rótulo ao vinho em si, boa surpresa. O rótulo tem um camaleão verdinho em que a lingua do bicho faz o til do ão. Mas este camaleão faz mais, fica azul quando o vinho está à temperatura ideal de ser servido. E isto tem a ver com a ideia que o jovem enólogo João Cabral Almeida teve em usar tinta térmica no rótulo, o que faz com que seja agradável esta situação de se ter um rótulo inteligente, que nos diz que já pode ser servido o liquido que a garrafa tem dentro. Quanto ao vinho, gostei. Um Sauvignon agradável, com notas vegetais em destaque a casarem muito bem com notas florais e fruta madura. Na boca, seco, frutado, boa frescura, boa acidez, equilibrado, de intensidade média e de final médio. Um vinho muito agradável, bem feito e de boa qualidade que me deu prazer.

Nota: 15,5
Preço: 7€
Produtor: João Cabral Almeida
Enólogo: João Cabral Almeida

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

VENÂNCIO COSTA LIMA MOSCATEL DE SETÚBAL

Venâncio Costa Lima viu o seu nome falado em tudo quanto é sitio devido ao prémio que foi atribuído a um dos seus vinhos, mais propriamente  o Moscatel de Setúbal Reserva 2006, com distinção de Melhor do Mundo entre mais de 200 moscatéis. Mas esta casa tem mais um moscatel, o Venâncio Costa Lima Moscatel de Setúbal. Vi algumas garrafas no Jumbo, e resolvi trazer uma.
Aspecto limpido, lágrima persistente e de cor laranja. No nariz, limpo, notas de casca de laranja, mel, frutos secos, fresco. Na boca, doce, untuoso e com bom equilibrio, mel e amêndoa. Final de boca longo e persistente.

Nota: 16
Preço: 3,70€
Produtor: Venâncio Costa Lima
Enólogo:

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

DIEMERSFONTEIN PINOTAGE 2011

Este vinho surgiu pelas mãos de um amigo que esteve recentemente na África do Sul e trouxe para um almoço este néctar. Pinotage é uma casta que tem origem no cruzamento de Pinot Noir e Cinsault, que por aquelas bandas é mais conhecida por Hermitage, daí o nome Pinot+Tage. Este colheita 2011 é um vinho muito agradável, de nariz muito guloso e delicioso, mas algo doce. Aspecto limpido, lágrima média e de cor violeta carregado. No nariz, explosivo. Notas de chocolate negro, café, frutos secos a aparecer nozes, fruta muito madura, negra, amoras. Na boca, seco, encorpado, untuoso, um pouco pesado, quase que dá para mastigar, especiado, alguma noz moscada, taninos presentes mas suaves, intensidade alta e de final de boca longo. Um vinho que as senhoras que o provaram adoraram. Um perfil diferente, bem feito, com qualidade, mas acho que é mais um vinho de companhia do que gastronómico.

Nota: 15,5
Preço: 7€
Produtor: DIEMERSFONTEIN
Enólogo: